Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebol_POLÍTICA_Brasileconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Brasil tem três juvenis nas quartas e mira feitos inéditos em Paris

Brasil mira feitos inéditos em Roland Garros com três juvenis nas quartas; Victória Barros pode tornar-se primeira brasileira em final de simples, e Storck busca semifinal

Leonardo Storck (Foto: Daniel Kopatsch/ITF)
0:00
Carregando...
0:00
  • Três brasileiros chegaram às quartas de final do juvenil em Roland Garros: Guto Miguel, Victória Barros e Leonardo Storck, buscando feitos inéditos em simples e em duplas.
  • Victória Barros, número quatro do ranking mundial juvenil, faz o melhor resultado brasileiro no juvenil em Paris desde 1987 e pode chegar à final de simples.
  • Barros enfrentará Ha Eum Lee (Coreia do Sul); se vencer, pode enfrentar Cvetkovic (Sérvia) ou Sun (China.); nas duplas, joga ao lado de Paola Piñera contra Hazelitt e Newman.
  • No masculino, Guto Miguel e Storck estão no mesmo lado da chave, abrindo a possibilidade de uma semifinal brasileira; Guto é cabeça de chave e encara Thilo Behrmann, Storck pega Jack Kennedy.
  • O Brasil já teve títulos de duplas no juvenil em Roland Garros e, historicamente, é raro ter campeões brasileiros nas duas chaves ao mesmo tempo; outros países já alcançaram esse feito.

Com três juvenis na fase de quartas de final, o Brasil equilibra aspirações históricas em Roland Garros. Guto Miguel, Victória Barros e Leonardo Storck buscam marcas inéditas em Paris, em simples e duplas.

Victória Barros já marca o melhor resultado brasileiro na chave juvenil em Paris desde 1987, quando Andrea Dadá Vieira chegou à semi. Na década de 1980, Niege Dias abriu caminho às quartas em 1984, seguida por Gisele Miró em 1986.

A potiguar de 16 anos e número 4 do ranking juvenil pode se tornar a primeira brasileira em uma final de Grand Slam juvenil no simples. Beatriz Haddad Maia é a única brasileira a alcançar finais de duplas em Paris (2012 e 2013).

Victória é a terceira cabeça de chave e encara Ha Eum Lee, Coreia do Sul, 17 anos e 44ª do ranking. Em caso de vitória, enfrenta Anastasija Cvetkovic ou Xinran Sun. Nas duplas, Barros joga com Paola Piñera contra Hazelitt e Newman.

Potencial histórico para o Brasil

No masculino, Guto Miguel e Leonardo Storck estão no mesmo lado da chave, abrindo espaço para uma semifinal brasileira. Entre os juvenis, o Brasil teve três finalistas em simples: Edison Mandarino (1959) e Thomaz Koch (1962, 1963), além de Luis Felipe Tavares (1967).

Em duplas, o Brasil soma dois títulos na chave juvenil de Roland Garros: Gustavo Kuerten com Nicolas Lapentti e, em 2019, Matheus Pucinelli com Thiago Tirante. O ranking de Guto aponta para o duelo com Thilo Behrmann, da Áustria, na primeira posição do confronto.

Storck avançou após receber convite após o título do Junior Series em São Paulo. Enfrenta o norte-americano Jack Kennedy, cabeça 4 e 11º do ranking mundial juvenil. O último brasileiro a alcançar boa campanha em Paris foi João Fonseca, com quartas em 2023.

Paralelo em duplas e panorama da chave

Nas duplas, Guto e o esloveno Ziga Sesko chegam às quartas e enfrentam Yannik Alvarez (Porto Rico) e Jack Secord (EUA). O histórico recente ressalta a força brasileira no infantil e juvenil de Roland Garros, com vitórias em duplas.

O torneio juvenil de Roland Garros reúne disputas históricas desde 1947, com as chaves masculinas e femininas separadas desde 1953. Nove edições tiveram campeões do mesmo país em ambos os naipes.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais