- Amélie Mauresmo afirmou que não haverá alteração na premiação da edição de 2026 de Roland Garros, apesar dos protestos dos jogadores.
- A organização fará reuniões com representantes dos principais tenistas para discutir o tema.
- Mauresmo ressaltou que a premiação atual dobrou nos últimos dez anos e teve aumentos significativos recentemente.
- Os tenistas prometem encurtar compromissos com a imprensa na véspera do torneio para demonstrar insatisfação.
- O The New York Times informou que as coletivas pré-torneio devem terminar em cerca de 15 minutos e haverão entrevistas limitadas com detentores dos direitos de transmissão.
Parágrafo 1
Em Paris, Amélie Mauresmo confirmou nesta quinta-feira que não haverá mudança na premiação de Roland Garros 2026, apesar do protesto de parte dos tenistas. A direção mantém a estrutura atual, mesmo com avaliações em andamento.
Parágrafo 2
Segundo a diretora, a premiação já dobrou nos últimos dez anos e passou por aumentos recentes, o que sustenta a posição de não ceder diante das reivindicações dos atletas.
Parágrafo 3
A declaração ocorre na véspera de uma reunião prevista entre Mauresmo e representantes dos melhores jogadores, que cobram maior participação na receita gerada pelos quatro Grand Slams.
Parágrafo 4
O torneio de Roland Garros começa neste domingo, e a direção afirma que a atual distribuição de recursos deve permanecer, com objetivos de manter equilíbrio entre infraestrutura, premiação e organização.
Parágrafo 5
Concomitantemente, o The New York Times informou que os tenistas planejam encerrar as coletivas de imprensa pré-torneio após 15 minutos, além de reduzir entrevistas com detentores de direitos de transmissão.
Parágrafo 6
A imprensa brasileira revisita a possibilidade de provocação de boicote, com o objetivo de pressionar pela revisão da premiação e dos compromissos com a mídia, conforme cobertura de veículos internacionais.
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