- Luana Silva, nascida no Havaí, tornou-se líder do ranking mundial da WSL ao vestir a lycra amarela pela primeira vez.
- O documentário da World Surf League acompanha a trajetória de Luana e destaca a influência de Tatiana Weston-Webb na troca de nacionalidade.
- Luana diz que se identificou com a vibe dos brasileiros durante as etapas e que Tati a incentivou a mudar de bandeira.
- Nas três etapas disputadas em 2026, todas na Austrália, Luana foi vice-campeã em Margaret River e Gold Coast, e ficou em quinto em Bells Beach.
- A surfista mantém relação próxima com os pais, Fábio e Tatiana, que apoiaram a carreira desde o Havaí; Luana quer seguir em boa fase em 2026.
Luana Silva, nascida no Havaí, é a líder atual do ranking mundial de surfe da WSL. Em um documentário produzido pela própria liga, a atleta revela a escolha pelo Brasil e a conexão com a vibração dos surfistas brasileiros.
A narrativa do filme mostra a influência de Tatiana Weston-Webb, nascida em Porto Alegre e criada no Havaí, que estimulou Luana a alterar a bandeira que ostenta na competição.
O documentário leva o título Luana Silva, from Island to Storm, e destaca a aposta da surfista pela “Brazilian Storm” na elite do surfe mundial. A obra reforça a dualidade da sua origem.
Na temporada 2026, Luana vem somando resultados relevantes. Após três etapas disputadas na Austrália, ficou reserva em duas finais: Margaret River e Gold Coast, e chegou em quinto em Bells Beach.
Mesmo no topo da classificação, a atleta afirma que ainda digerir a posição requer esforço. O calendário inclui etapas ao redor do mundo, com foco em manter a boa fase e o estilo de jogo.
Ao longo da carreira, Luana manteve forte ligação com os pais, Fábio e Tatiana, que ajudaram nas primeiras experiências no esporte. Ela expressa gratidão pela família e pelo apoio do Brasil na trajetória.
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