- A FIA vai avaliar, após o GP do Canadá, quais fabricantes de motores na F1 podem receber auxílios pelo ADUO (Oportunidades Adicionais de Desenvolvimento e Atualização).
- O diretor de monopostos, Nikolas Tombazis, explicou que o ADUO oferece condições especiais a montadoras, não uma carta técnica.
- O ADUO não é mecanismo de equilíbrio de performance; é um afrouxamento do teto de gastos que permite desenvolvimento extra para fabricantes dentro de critérios definidos.
- Equipes que ficarem 2% ou mais atrás da melhor fornecedora poderão ganhar permissões excepcionais para mais testes e atualizações, além de reajuste no teto de gastos.
- Mesmo com o ADUO, o objetivo é que cada fabricante ainda construa o melhor motor para vencer; a medida não concede vantagens automáticas.
A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) detalhou o funcionamento do ADUO, o Additional Development and Upgrade Opportunities, criado para buscar equilíbrio entre os fabricantes de motores na F1. A análise acontece após o GP do Canadá, em 24 de maio, para definir quais montadoras podem receber o apoio.
O diretor de monopostos da FIA, Nikolas Tombazis, explicou que o ADUO não é uma fórmula mágica. Trata-se de condições especiais para algumas montadoras, não uma carta técnica. A ideia é permitir desenvolvimento adicional dentro dos limites do regulamento.
Segundo a FIA, equipes com 2% ou mais de defasagem em relação à líder podem receber permissões para mais testes e atualizações, além de um ajuste no teto de gastos. O objetivo é manter o equilíbrio, sem alterar o desempenho de forma automática.
Tombazis reforçou que o ADUO não representa aumento de fluxo de combustível nem adição de lastro. O mecanismo oferece margem de manobra para evoluir a potência, desde que dentro das regras técnicas.
A ampliação de benefícios do ADUO ocorre em um contexto de mudanças regulatórias técnicas para a F1. A FIA atua para evitar distorções na competição e garantir que o desenvolvimento seja realizado de forma criteriosa e transparente.
A iniciativa busca, ainda, assegurar que fabricantes com dificuldades possam acompanhar o ritmo das equipes de ponta, sem comprometer o equilíbrio competitivo da temporada. A avaliação sobre elegibilidade seguirá critérios técnicos definidos pela entidade.
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