- Lois Boisson, 22 anos e number 43 do ranking, disse que voltar a Madri foi precipitado e agora foca o retorno ao WTA 1000 de Roma.
- Ela encerrou a temporada de 2025 precocemente por lesão e erro médico de diagnóstico, o que atrasou seu retorno ao circuito.
- Boisson planejava disputar um torneio 125 antes de Roma, mas preferiu treinar com mais consistência para recuperar a forma física.
- Na estreia em Madri, a tcheca Peyton Stearns derrotou-a, marcando o retorno oficial às quadras.
- Em Roma, a adversária de estreia será a também jovem Katerina Siniakova; a jogadora admite sentimentos mistos, mas acredita que pode evoluir.
A francesa Lois Boisson retornou às quadras em Madri, Espanha, após um retorno considerado precipitado e já mira o WTA 1000 de Roma. A frase-chave é de cautela: a jogadora trabalha para retomar o ritmo sem criar falsas expectativas.
Aos 22 anos, Boisson encerrou a temporada de 2025 precocemente por lesão e falha na identificação de diagnóstico, o que atrasou sua arrancada no circuito. Ela havia ido a Pequim, se machucou, e tentou voltar às partidas na Oceania antes de retomar as atividades na capital espanhola.
Na estreia em Madri, Boisson caiu diante da norte-americana Peyton Stearns, o que alimentou a avaliação de que precisa de mais tempo para voltar ao alto nível. Ela reconheceu ter ido às quadras sem estar plenamente preparada e decidiu voltar aos treinamentos com 100% de dedicação.
Agora, a jogadora de ranking 43 do mundo afirma estar mais preparada para a próxima etapa. O objetivo é treinar de forma sólida antes de Roma, com o entendimento de que a lesão no braço ainda exige cuidado. Boisson planeja manter o foco na recuperação e na adaptação aos treinos.
Boisson estreia em Roma contra a tcheca Katerina Siniakova, em duelo inédito. A atleta admite sentimentos mistos sobre o retorno, mas afirma que superar a experiência de 2024 é crucial para retomar o desempenho esperado. Ela reforça a intenção de competir com cautela e foco.
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