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Técnico de Calderano aponta desafio para formar talentos no tênis de mesa

Técnico brasileiro aponta que experiência internacional contínua é chave para formar talentos no tênis de mesa e reduzir dependência de gerações

Paco Arado foi o técnico da seleção brasileira nos Jogos de Paris 2024 (Foto: Alexandre Loureiro/COB)
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  • Paco Arado, treinador de Hugo Calderano, aponta que a nova geração precisa de experiência internacional para competir em alto nível.
  • Calderano vive na Alemanha desde 2014 e defende o FC Saarbrücken; Bruna Takahashi atua na França pelo Alliance Nîmes-Montpellier.
  • Giulia Takahashi, 20 anos, joga pelo SU Schlugitheim, na França. (Conferir grafia, mantida conforme o texto original: SU Schiktigheim)
  • Leonardo Iizuka, 19, disputa partidas pelo Ochenhausen, na Alemanha, clube em comum com Calderano no passado.
  • Guilherme Teodoro atua no Salzburg, na Áustria, em busca de evolução competitiva.

Paco Arado, técnico da seleção brasileira, orienta Hugo Calderano e acompanha a nova geração no tênis de mesa. Ele já comandou a seleção nos ciclos olímpicos de Tóquio e Paris e atua nas categorias de base. Hoje, foca no desenvolvimento de atletas em clubes no exterior.

A principal ideia de Arado é que a experiência internacional é a virada de chave para os jovens talentos. Calderano vive na Alemanha desde 2014 e defende o FC Saarbrücken, enquanto Bruna Takahashi atua na França, pelo Alliance Nîmes-Montpellier.

Jovens da seleção já atuam fora do Brasil: Giulia Takahashi, 20 anos, joga na França pelo SU Schuttgartheim; Leonardo Iizuka, 19, no alemão Ochenhausen; Guilherme Teodoro, que disputou as Olimpíadas de Paris, em Salzburg, na Áustria. Calderano também já passou por clubes europeus.

Segundo Arado, é necessário que os atletas respirarem o nível internacional para entender a cultura de alto desempenho e ter oportunidades de vencer. A ausência de contato frequente pode inibir o rendimento, explica o treinador.

A estratégia para o Brasil envolve recursos otimizados, camps de treinamento e desenvolvimento de treinadores. O objetivo é um trabalho de longo prazo, contínuo, para evitar projetos intermitentes e extrair o máximo potencial dos atletas.

Além de questões financeiras e estruturais, o desafio é ampliar a presença de atletas no cenário de alto nível e reduzir a dependência de talentos geracionais. Arado defende uma construção gradual, com planejamento e consistência.

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