- Carlos Bernardes, árbitro de tênis brasileiro aposentado no fim de 2024, vive na Itália e passou pelo LA Open comandando partidas de exibição.
- Em entrevista à TenisBrasil, ele confirmou planos de escrever um livro de memórias sobre o início de carreira, jogos marcantes e a Copa Davis, além de continuar envolvido no tênis em funções como diretor de torneios e comentarista.
- Ao longo da carreira, apitou partidas de 25 dos 29 números 1 do mundo e abriu portas para experiências nos Estados Unidos, além de ter feito a final de Wimbledon pela Copa Davis em sua trajetória.
- Comentou sobre mudanças na arbitragem moderna, com menos juízes de linha, maior uso de tecnologia e até realidades como realidade virtual, destacando impacto na formação de novos profissionais.
- Reafirmou a intenção de permanecer ligado ao tênis, dirigindo challenger na Itália, mantendo participação na televisão e contribuindo com sua experiência para o esporte.
Carlos Bernardes, um dos nomes mais marcantes do tênis brasileiro, mantém ligação direta com o esporte mesmo após a aposentadoria. Natural de São Caetano, ele participou como convidado de honra do LA Open, dirigindo partidas de exibição antes da chave principal. Em passagem pelo Brasil, o juiz abriu espaço para conversar com a reportagem sobre a carreira e os projetos futuros.
Afastado das quadras desde o fim de 2024, Bernardes vem cruzando o mundo com o tênis como paixão. Hoje residente na Itália, ele já atuou como diretor de torneio, comentarista e palestrante, além de ter começado a escrever um livro de memórias. Ele pretende ampliar a participação no circuito com novos desafios ligados ao esporte.
O que aconteceu e quem está envolvido
Bernardes conduziu partidas de exibição no LA Open, recebendo reconhecimento por sua trajetória. O legado inclui 25 dos 29 números 1 do mundo que ele teve a oportunidade de arbitrar, entre estrelas como Federer, Nadal e Djokovic. O ex-árbitro falou sobre o impacto da carreira e as mudanças do esporte.
Quando e onde foi a entrevista
A entrevista ocorreu durante passagem pelo Brasil, após sua atuação no LA Open, com foco em revisitar momentos marcantes de sua trajetória nos torneios internacionais. Bernardes também mencionou convites para atividades na Itália, incluindo programas na televisão.
Por que ele seguirá ligado ao tênis
Entre os motivos estão as histórias de mais de oito mil jogos e a experiência adquirida ao longo de décadas em eventos como Wimbledon, US Open e a Copa Davis. O livro e os futuros projetos de direção de torneio surgem como forma de manter a participação no circuito.
Planos e próximos passos
Além de continuar atuando em funções técnicas no tênis, Bernardes planeja ampliar atividades na Itália e no Brasil. O livro deve abordar o começo de carreira, jornadas com grandes nomes e as mudanças na arbitragem. A meta é compartilhar aprendizados com novas gerações de oficiais.
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