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Cinco momentos marcantes de mulheres que fizeram história no UFC

Cinco momentos que moldaram o MMA feminino no UFC, da estreia de Ronda Rousey ao Hall da Fama de Zhang Weili vs Joanna Jedrzejczyk, consolidando o protagonismo global

Amanda Nunes of Brazil celebrates after defeating Julianna Pena in their bantamweight title bout during UFC 277 at American Airlines Center on July 30, 2022 in Dallas, Texas. Amanda Nunes won via unanimous decision.
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  • UFC 157 marcou a primeira luta feminina da organização, abrindo as portas do UFC para as mulheres e abrindo uma nova era no MMA.
  • Holly Holm surpreendeu ao vencer Ronda Rousey por nocaute no UFC 193, conquistando o cinturão peso-galo e exibindo o alcance do MMA feminino.
  • No UFC 200, Amanda Nunes finalizou Miesha Tate no primeiro round e conquistou o cinturão peso-galo, iniciando um reinado dominante.
  • Dois anos depois, no UFC 232, Nunes venceu Cris Cyborg por nocaute no primeiro round e tornou-se campeã em duas categorias.
  • O combate entre Zhang Weili e Joanna Jedrzejczyk, no UFC 248, é lembrado como uma das maiores lutas da história do MMA e será incluído no Hall da Fama do UFC.

O UFC abriu espaço para o MMA feminino em 2013, quando as lutadoras passaram a competir na organização. A transformação foi gradual, com maior protagonismo, técnica avançada e reconhecimento global. O caminho percorreu países diversos e gerou novas estrelas.

Ao longo dos anos, lutas marcantes ajudaram a consolidar o papel das mulheres no Octógono. Recordes foram quebrados, grandes combates foram realizados e o MMA feminino ganhou visibilidade contínua no cenário internacional.

Este texto relembra cinco momentos que moldaram a história feminina no UFC, destacando o que aconteceu, quem esteve envolvido, quando e onde, além das razões que impulsionaram essa evolução.

O início de uma nova era

O UFC 157 sediou a primeira luta feminina da organização. Ronda Rousey defendeu o cinturão peso-galo contra Liz Carmouche na luta principal. A vitória por finalização abriu portas e sinalizou a entrada oficial das mulheres no UFC.

Essa estreia marcou o ponto de virada para o MMA feminino, que ganhou espaço e cobertura mundial. O evento demonstrou o potencial de audiência e abriu caminho para futuras gerações de atletas.

A quebra de uma hegemonia

Holly Holm derrotou Ronda Rousey no UFC 193 por nocaute no segundo round. A luta levou Holm ao título peso-galo, surpreendendo o favoritismo anterior e mostrando a força competitiva das lutadoras fora do ciclo dominante.

O resultado reverberou globalmente, ampliando o alcance do MMA feminino e inspirando novas candidatas à disputa de cinturão. O duelo tornou-se referência histórica dentro da modalidade.

O rugido da Leoa

No UFC 200, Amanda Nunes finalizou Miesha Tate no primeiro round e conquistou o cinturão peso-galo. A brasileira iniciou um dos reinados mais dominantes da história do UFC, elevando o protagonismo feminino.

A vitória consolidou Nunes como referência na divisão e ampliou a presença de lutadoras brasileiras no cenário internacional, fortalecendo a imagem do MMA feminino no Brasil.

Nasce a GOAT

No UFC 232, Amanda Nunes derrotou Cris Cyborg por nocaute no primeiro round e conquistou o cinturão peso-pena. Com isso, tornou-se campeã em duas categorias simultaneamente, definindo um novo patamar histórico.

A dupla conquista dos cinturões consolidou a narratividade da brasileira como uma das maiores figuras da história do esporte. O feito elevou o padrão técnico das lutas femininas.

Uma das maiores lutas da história

Zhang Weili e Joanna Jedrzejczyk duelaram no UFC 248, em março de 2020, num combate considerado entre as melhores da história do MMA. Cinco rounds de alta intensidade elevaram o respeito pelas divisas femininas.

O embate consolidou a relevância das categorias e serviu de referência em termos de técnica, resistência e competitividade. A luta impactou a valorização das divisões femininas no UFC.

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