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F1 se defende de ataques após grave acidente no GP do Japão

FIA diz que revisões dos regulamentos de 2026 estão em estudo após o acidente de Oliver Bearman no GP do Japão, que registrou 50 G de impacto e interrompeu a prova

Oliver Bearman durante coletiva da F1 (foto: Ben STANSALL / AFP)
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  • Oliver Bearman sofreu um forte acidente no GP do Japão em Suzuka, após tentativa de ultrapassagem sobre Franco Colapinto, indo parar na barreira e descer pela área de escape.
  • A batida teve força de impacto estimada em cinquenta G, com Bearman atingindo o muro a cerca de trezentos e oito quilômetros por hora.
  • Bearman saiu do carro sem ajuda imediata, mas apresentou dificuldades para caminhar e foi assistido pelos fiscais da Fórmula 1.
  • A participação de Bearman gerou críticas e levou o piloto Carlos Sainz, diretor da GPDA, a pedir revisão das regras da F1 para 2026, citando riscos semelhantes em corridas futuras.
  • A FIA divulgou nota esclarecendo que revisões estavam previstas para o início da temporada e que reuniões acontecerão em abril para avaliar possíveis mudanças, mantendo a segurança como prioridade.

Oliver Bearman sofreu um forte acidente durante o GP do Japão, em Suzuka. O piloto da Haas perdeu o controle ao tentar ultrapassar Franco Colapinto na aproximação da curva Spoon, bateu nas barreiras e provocou interrupção da prova. O impacto atingiu a montadora com força e gerou preocupação na organização.

Bearman deixou o carro sem apoio imediato, mas apresentou dificuldade de deslocamento e dor no tornozelo direito. Fiscais da Fórmula 1 atenderam o piloto, que precisou de auxílio para caminhar. A gravidade da batida ficou evidente pela velocidade de aproximação e pela força estimada do impacto.

Dados preliminares indicam que Bearman vinha cerca de 45 km/h mais rápido que o adversário na manobra. O choque ocorreu a aproximadamente 308 km/h, com uma força de 50G, o que ressalta a violência do incidente em Suzuka.

Após o acidente, a FIA emitiu nota informando que revisões estavam previstas para o início da temporada e que encontros aconteceriam nas próximas semanas para avaliar possíveis mudanças. A entidade enfatizou a prioridade da segurança e a necessidade de estudo detalhado.

Carlos Sainz, diretor da GPDA, pediu uma revisão das regras da F1 2026. Em entrevista, ele destacou o risco de velocidades elevadas próximo aos muros em pistas com áreas de escape, citando exemplos como Baku, Singapura e Las Vegas.

A FIA ressaltou que mantém diálogo com equipes, fabricantes de unidades de potência, pilotos e FOM para aperfeiçoar os regulamentos. Reuniões programadas para abril devem definir se ajustes são necessários, com simulações e análises técnicas em foco.

A nota oficial reforça que qualquer mudança dependerá de dados coletados na fase inicial da temporada. A entidade afirmou que não há decisões definitivas no momento e que novas informações serão divulgadas conforme avanços dos estudos.

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