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Ucrânia e Rússia disputam duelo de tênis

Ucraniana Oleksandra Oliynykova pressiona o circuito de tênis a condenar a invasão russa, elevando o tom político no esporte durante o Australian Open

A tattoo reading "Carpe Diem" and a bracelet with the colors of the Ukrainian flag are pictured on the hand of Ukraine's Elina Svitolina.
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  • Jogadores ucranianos, incluindo Oleksandra Oliynykova, levantam a acusação contra tenistas russos e bielorrussos, após Oliynykova chamar os russos de “inferno” antes do Aberto da Austrália.
  • A polêmica destaca a rixa crescente entre tenistas ucranianos e colegas ligados aos regimes da Rússia e da Bielorrússia, como Elina Svitolina, Marta Kostyuk, Dayana Yastremska e Oliynykova.
  • O Aberto da Austrália acontece em um momento em que o circuito enfrenta tensões desde a invasão russa de 2022, que levou ao boicote de jogadores russos e bielorrussos por parte de outras federações.
  • Muitos jogadores mudaram de nacionalidade ou competem como neutros, incluindo Aryna Sabalenka e Daniil Medvedev; Elena Rybakina transferiu a nacionalidade para o Cazaquistão anteriormente.
  • Oliynykova defende que os atletas deveriam assinar declaração condenando a invasão para participar, criticando a postura “apolítica” de federações e destacando o impacto humano da guerra.

A polêmica envolvendo a relação entre tenistas ucranianas e rivais de Rússia e Bielorrússia ganhou as manchetes durante o Australian Open. Oleksandra Oliynykova, 25 anos, declarou publicamente que os russos pertencem ao inferno. A fala ocorreu antes de sua participação no torneio na Austrália.

A declaração ocorreu em meio a tensões geradas pela invasão da Ucrânia, iniciada em 2022, que levou a mudanças no comportamento entre atletas de ambos os lados. A luta no circuito merece novas perguntas sobre neutralidade e participação esportiva.

A reação ao conflito ganhou contornos no circuito, com várias jogadoras ucranianas defendendo tom mais firme de entidades do tênis. Entre elas estão ex-nº 3 Elina Svitolina e nomes como Marta Kostyuk e Dayana Yastremska, que pressionam por medidas mais fortes.

Panorama histórico

A atividade tem pista de desdobramentos desde 2022, quando o conflito ganhou escala internacional. Em Wimbledon, suspensões de atletas russos e bielorrussos foram adotadas, sob a justificativa de não permitir uso esportivo para promover regimes beligerantes.

O movimento gerou mudanças de nacionalidades entre alguns jogadores, com mudanças de bandeira ou competição sob neutralidade. Mesmo assim, atletas como Aryna Sabalenka mantêm vínculos com seus países, sob críticas de parte do público.

Ponto de vista do grupo ucraniano

Oliynykova criticou a postura de entidades do tênis, que se dizem apolíticas. Ela sugeriu a adoção de exigências públicas de condenação ao conflito como condição para participação. A atleta também mencionou impactos pessoais, incluindo ataques aéreos próximos de sua família.

O grupo ucraniano ressalta que nem todos os russos e bielorrussos devem ser responsabilizados, mas aponta casos específicos de atletas com vínculos próximos a autoridades. Entre eles, atletas com históricos de apoio a regimes.

Próxima etapa

O tema segue em discussão no ranking internacional e nas federações de tênis, em meio a debates sobre regras de participação e neutralidade. A cobertura continua acompanhando reações de atletas, gestores e fãs diante da guerra em curso.

Fontes: The Guardian, NYTimes, Tribuna.com, veículos internacionais acompanhando o debate no tênis.

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