- José Edison Mandarino completa 85 anos nesta quinta-feira; nasceu em Jaguarão, no interior do Rio Grande do Sul, e teve formação de base na Argentina.
- Foi considerado um dos dez maiores tenistas brasileiros da Era Aberta e chegou a ser 81º no ranking mundial em 2 de junho de 1975, com boa parte da carreira antes da oficialização do ranking.
- Atuou pela Copa Davis em 109 partidas, com 68 vitórias e 41 derrotas; participou de finais em 1966 e semifinais em 1966 e 1970.
- Foi campeão brasileiro entre 1967 e 1970 e conquistou o ouro em duplas nos Jogos Pan-Americanos de 1967, em Winnipeg, ao lado de Thomaz Koch.
- Mudou-se para a Espanha em 1968, após casar com Mari Carmen Hernandes Coronado, vive em Madri até hoje, já atuando como capitão da Espanha na Copa Davis por um dia; sofreu uma operação de quadril em 1992 e não voltou a jogar.
José Edison Mandarino completa 85 anos nesta quinta-feira. O ex-tenista brasileiro, tido como um dos dez maiores da Era Aberta, fez carreira ao lado de Thomaz Koch e foi contemporâneo de Maria Esther Bueno. Sua data de nascimento é 26 de março, células de Jaguarão, no Rio Grande do Sul.
Natural de Jaguarão, Mandarino acompanhou o pai para a Argentina aos 6 anos, onde recebeu a formação básica. Mesmo com estatura reduzida, alcançou destaque internacional, chegando a 81º no ranking mundial em 2 de junho de 1975, em uma era anterior ao ranking formal como hoje.
Trajetória esportiva
Defendeu o Brasil na Copa Davis em diversas edições desde 1961. Em 1966 integrou o time que chegou à final contra a Índia, e participou de semifinais em 1966 e 1970. A equipe também chegou à fase final por equipes, mas caiu na fase de grupos diante da Romênia de Ilie Nastase. Mandarino disputou 109 partidas pela Davis, com 68 vitórias e 41 derrotas.
Foi campeão brasileiro entre 1967 e 1970 e conquistou o ouro nas duplas dos Jogos Pan-Americanos de 1967, em Winnipeg, ao lado de Thomaz Koch. Em 1968 mudou-se para a Espanha, após casar com Mari Carmen Hernandes Coronado, estabelecendo residência em Madri.
Vida após a carreira
Mandarino atuou como capitão da Espanha na Copa Davis por um dia, conforme relato. Em 1992 foi submetido a uma operação de quadril, o que encerrou definitivamente a carreira nas quadras. Hoje, segue marcado pela contribuição ao tênis brasileiro e pela passagem pela história da modalidade.
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