- A Aston Martin fechou patrocínio com a XP no fim de 2022, com valor estimado em US$ cinco milhões (cerca de R$ 26,2 milhões) para desenvolvimento de Felipe Drugovich.
- Drugovich tornou-se piloto reserva da equipe na temporada seguinte, mas nunca disputou uma corrida da Fórmula 1; participou apenas de treinos livres.
- O acordo previa apoiar o crescimento do piloto rumo à F1, incluindo financiamento de empresas brasileiras, como o Banco Master, mas o item não se materializou.
- Documentos obtidos pelo portal Metrópoles trazem os números do negócio e o objetivo de levar Drugovich à titularidade, que não ocorreu.
- Sem chance na Fórmula 1, o brasileiro competiu na European Le Mans Series, disputou as 24 Horas de Le Mans na classe Hypercar pela Cadillac Whelen Racing e integrou a Fórmula E na temporada 2025/26.
O banco brasileiro XP anunciou, no fim de 2022, um patrocínio de cerca de R$ 26 milhões a uma aposta na Fórmula 1. O foco era o desenvolvimento do piloto Felipe Drugovich, com a ideia de levá-lo ao grid da categoria. Contudo, o acordo não resultou em nenhuma largada do brasileiro.
A Aston Martin fechou o patrocínio com a XP e passou a exibir a marca nos carros e uniformes a partir do GP de Interlagos. Drugovich assumiu o posto de piloto reserva da equipe no ano seguinte, mas os valores e a duração do contrato não foram divulgados pelas partes.
Em meio a informações veiculadas pelo portal Metrópoles, documentos da negociação foram citados em meio a acusações envolvendo Daniel Vorcaro. Segundo as informações, o montante acordado equivalia a cerca de US$ 5 milhões (aproximadamente R$ 26,2 milhões na cotação atual).
Apesar do investimento, o item central do acordo nunca se concretizou: a teoria de que a AMF1 apoiaria e desenvolveria Drugovich para uma vaga na Fórmula 1 não se materializou. O piloto participou apenas de treinos livres, sem entrar em uma corrida.
Sem oportunidades na F1, Drugovich passou a competir em outras categorias. Integrante da European Le Mans Series e titular nas 24 Horas de Le Mans na classe Hypercar pela Cadillac Whelen Racing, ele buscou ampliar a experiência no automobilismo.
Na temporada 2025/26, o brasileiro migrou para a Fórmula E, atuando como piloto titular em carros de propulsão puramente elétrica. Ainda sem estrear na F1, Drugovich seguiu atuando em diferentes categorias ao longo dos anos.
Entre na conversa da comunidade