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Roddick defende mudança de piso e vê Fonseca no caminho certo

Roddick defende mudança de piso para quadra dura na América do Sul, com impacto esperado no Rio Open; Fonseca tem talento, mas precisa de tempo e jogos

Andy Roddick (Foto: Luiz Pires/Fotojump)
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  • Andy Roddick participou como convidado de honra do LA Open, em São Paulo, e elogiou a estrutura do torneio, destacando a arquibancada com mais de seis mil pessoas.
  • Em entrevista exclusiva, ele abordou a possível mudança do piso dos torneios sul-americanos do saibro para quadra dura e seu impacto no Rio Open.
  • Sobre João Fonseca, Roddick disse que o jogador tem talento e está no caminho certo, mas precisa de tempo e mais partidas no circuito.
  • O ex-número um dos Estados Unidos comentou o momento do tênis masculino americano, ressaltando a presença de jogadores no top 10/20 e a influência de nomes como Alcaraz e Sinner.
  • Roddick destacou que a mudança de piso poderia atrair mais atletas e reforçou a importância de manter o mercado sul-americano no tênis.

Andy Roddick participou do LA Open e elogiou a estrutura do evento no Jockey Club de São Paulo. O ex-número 1 do mundo elogiou a audiência e afirmou que nunca viu um challenger com arquibancada tão cheia.

Em entrevista exclusiva à TenisBrasil, ele comentou dois temas relevantes para o tênis brasileiro: a ascensão de João Fonseca e a possível mudança de piso nos torneios sul-americanos, que afeta o Rio Open. Ele defende o debate sobre o formato das quadras.

Roddick destacou que o tênis sul-americano precisa manter espaço para crescer, mesmo diante de mudanças. Valorizou a história da região e disse que mudanças de piso podem abrir oportunidades para chaves mais fortes, inclusive na região.

Mudança de piso

Embora o saibro seja seu piso favorito, Roddick diz que a decisão deve considerar o espaço no calendário e os mercados. A ideia é manter a América do Sul relevante no tênis mundial, com visibilidade para jovens actores e novos torneios.

Ele admitiu que quadras duras poderiam atrair mais torneios e melhorar a competição. Contudo, afirmou que a escolha envolve preferências pessoais e impactos logísticos para jogadores, clubes e fãs.

João Fonseca

Sobre o jovem carioca, Roddick afirmou que Fonseca tem talento para chegar ao topo, mas faz pedido de paciência. O caminho inclui mais partidas no circuito e enfrentamentos com adversários de alto nível.

Segundo o ex-líder, o ritmo de evolução depende de treino, experiência e tempo. Fonseca precisa ampliar a exposição contra players de alto ranking para consolidar o potencial.

Tênis masculino nos EUA

Roddick comentou o momento do tênis americano, observando melhora em comparação a anos anteriores. A presença de jogadores no top 10 e no top 20 aponta para uma evolução, mesmo com a ausência de títulos recentes de Grand Slam.

Ele ressaltou que três atletas dominavam o cenário mundial por anos, o que impactou o desempenho dos americanos. Mesmo assim, o panorama atual mostra mais competitividade e renovação entre os jovens da geração atual.

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