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Fabi x Gamova Brasil e Rússia disputam Hall da Fama do vôlei

Rivalidade Brasil x Rússia define a disputa pela Hall da Fama do vôlei 2026, com Fabi Alvim e Ekaterina Gamova entre as finalistas do indoor feminino

Fabi Alvim e Ekaterina Gamova são finalistas do Hall da Fama de vôlei (Fotos: Reprodução)
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  • Finalistas do Hall da Fama de vôlei no indoor feminino são Fabi Alvim, Ekaterina Gamova, Foluke Akinradewo-Gunderson e Ana Ibis Fernández.
  • A aposta de jornalistas e ex-jogadoras é que Fabi Alvim tenha a maior chance de ser reconhecida.
  • A rivalidade Brasil x Rússia é destacada pela história de duelos marcantes entre as seleções.
  • A votação popular online fica aberta de 1 a 14 de abril, com o resultado divulgado em 18 de maio.
  • O Hall da IVHF reúne diversas categorias e reconhece ícones do vôlei mundial.

A votação para o Hall da Fama do vôlei 2026 reúne grandes nomes do esporte, desta vez com Brasil e Rússia em lados opostos na disputa. Entre as finalistas da categoria indoor feminino estão Fabi Alvim, do Brasil, e Ekaterina Gamova, da Rússia, além de Akinradewo e Fernández. A disputa ocorre via votação online entre 1º e 14 de abril, com o resultado divulgado em 18 de maio.

Fabi Alvim, históricamente uma das maiores levantadoras de defesa, encerrou a carreira em 2014 com dois ouros olímpicos. Gamova, oposta de 2,02 m, é referência entre as maiores pontuadoras do vôlei mundial. O duelo entre as duas simboliza a antiga rivalidade Brasil x Rússia, especialmente nos últimos anos.

Entre as outras candidatas estão Foluke Akinradewo-Gunderson, dos Estados Unidos, e Ana Ibis Fernández, de Cuba. A seleção finalista contempla atletas de quatro países, refletindo o alcance global do Hall da Fama IVHF.

Contexto histórico da rivalidade Brasil x Rússia

A relação entre as seleções feminina de Brasil e Rússia já teve momentos decisivos em Olimpíadas e Mundiais. Em Atenas 2004, o Brasil quase alcançou a final; a derrota manteve viva a expressão do “fantasma russo” nas fases finais. Em Mundiais, rusas e brasileiras protagonizaram disputas marcantes em 2006, 2010 e 2012.

Sheilla, destaque nas Olimpíadas de 2012, é citada como símbolo da virada brasileira contra as russas, ajudando o Brasil a conquistar a prata em Paris 2012. A história de confronto entre as equipes alimenta o orgulho de torcedores de ambos os lados, mesmo fora das quadras.

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