- A CBAt projeta quatro medalhas para os Jogos de Los Angeles 2028, dobrando o desempenho das duas últimas edições olímpicas.
- Caio Bonfim e Alison dos Santos são os principais candidatos brasileiros ao pódio, considerados favoritos pela entidade.
- Alison, conhecido como Piu, mudou-se para Clermont, nos Estados Unidos, em 2024 para treinos ao lado de atletas de alto nível.
- Caio Bonfim conquistou ouro nos 20 km no Mundial de Tóquio (2025) e prata nos 20 km em Paris (2024), mantendo constância em grandes provas.
- Juliana Campos, do salto com vara, e Luiz Mauricio, do lançamento de dardo, aparecem como novas apostas, com foco no aspecto psicológico para enfrentar provas internacionais.
A Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) traçou a meta de conquistar quatro medalhas nos Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028. A projeção foi anunciada pelo presidente da entidade, Wlamir Motta Campos, em entrevista ao Lance!. A ideia é ampliar o desempenho brasileiro em comparação com as edições anteriores.
Caio Bonfim e Alison dos Santos, o Piu, aparecem como principais favoritos para a ponta do pódio. Bonfim se destacou ao conquistar prata nos 20 km de marcha em Paris 2024, repetiu a performance no Mundial de Tóquio e venceu o Mundial de Tóquio em 2025 nos 20 km.
Alison dos Santos, medalhista de prata nos 400 m com barreiras em Tóquio, manteve o resultado em Paris 2024 e ampliou atuações relevantes. Em 2025, o atleta também melhorou o recorde pessoal várias vezes, consolidando-se como referência na prova.
No planejamento técnico, o Brasil aposta na ascensão de nomes como Juliana Campos, no salto com vara, e Luiz Mauricio, no lançamento de dardo, para reforçar a delegação. Campos avançou à final no Mundial de Tóquio e teve melhora recente da marca.
Juliana Campos recalibrou a rota: mudou-se para a Itália e elevou a marca pessoal em 2025, consolidando-se como destaque brasileiro no salto com vara. Mauricio também cresceu no ciclo, com final em Paris e melhoria de recorde pessoal em 2025.
Por outro lado, o grupo enfatiza o fortalecimento mental dos atletas para além do preparo físico e técnico. A meta é manter desempenho estável em provas internacionais e reduzir a diferença frente a potências tradicionais.
A comissão técnica destaca a necessidade de ampliar a experiência internacional de atletas que despontam, mas ainda carecem de consistência em grandes eventos. O trabalho envolve suporte psicológico e planejamento de competições internacionais.
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