- A Audi, substituta da Sauber, estreou na Fórmula 1 em 2026 com expectativa de disputar o título antes de 2030, apesar de dois abandonos em duas etapas iniciais.
- O CEO da Audi, Gernot Doellner, afirmou que houve aprendizado rápido e que os progressos ficaram visíveis em Melbourne, onde Gabriel Bortoleto somou dois pontos.
- A equipe aponta a necessidade de aperfeiçoar o novo regulamento da Fórmula 1, com foco em eficiência energética e neutralidade carbônica.
- No GP da China, Bortoleto não participou da corrida principal após possível falha hidráulica no carro durante a aproximação ao grid; o episódio impediu a volta de aquecimento.
- A prova chinesa registrou desempenho fraco de alguns pilotos e apenas 15 carros cruzaram a linha de chegada.
A Audi, substituta da Sauber, encara a Fórmula 1 com metas ambiciosas para 2030. A equipe de Gabriel Bortoleto aponta título em menos de quatro anos, mesmo após dois abandonos em duas primeiras etapas da temporada 2026. O balanço apresentado é de avanços, não de desistência.
Gernot Doellner, CEO da Audi, destacou que os aprendizados surgiram com rapidez. Em Barcelona, no shakedown de janeiro, a equipe superou dificuldades iniciais. Em Melbourne, os progressos ficaram evidentes com dois pontos conquistados por Bortoleto.
Apesar do ímpeto, a Audi reconhece o peso dos desafios. A meta de eficiência energética e neutralidade carbônica aparece como pré-requisito para evoluir na categoria, segundo o dirigente, que ressalta a necessidade de aperfeiçoar o regulamento vigente.
Entenda o que aconteceu com Bortoleto na China
No GP da China, após marcar os primeiros pontos na história da equipe, a expectativa era alta para Gabriel Bortoleto. A corrida principal, porém, não contou com o brasileiro na pista após a sprint ter apresentado desempenho dissidente.
Ainda não houve confirmação oficial do motivo do abandono. Suspeita-se de falha hidráulica no carro da Audi, que interrompeu a participação quando Bortoleto se encaminhava ao grid para a volta de aquecimento. A situação ocorreu sob o mesmo cenário de outros pilotos que deixaram a prova.
Em conjunto, Oscar Piastri, Lando Norris e Alex Albon também abandonaram. Com apenas 15 carros na bandeirada, a chance de pontuar permaneceu aberta até o fim, mas não se concretizou para a Audi.
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