- O Brasil levou oito atletas para Milão-Cortina 2026, a maior delegação da história, com abertura para mais presença feminina.
- Cristian Ribera conquistou a primeira medalha brasileira em Paralimpíadas de Inverno ao faturar a prata no esqui cross-country, e ficou no top‑10 nas demais provas (incluindo sprint, 10 km, 20 km e revezamento).
- Ribera, de 23 anos, treinando em Jundiaí, é atual campeão mundial da modalidade.
- Aline Rocha, que já participou de edições anteriores, ficou entre as cinco primeiras em sprint, 10 km e 20 km; Elena Sena, 22, competiu no cross-country e biatlo; Vitória Machado, 21, tornou-se a primeira mulher brasileira a competir no para snowboard.
- Vitória Machado, aos 21 anos, abriu caminho para o snowboard paralímpico no Brasil, marcando a estreia feminina nessa modalidade.
A delegação brasileira aos Jogos Paralímpicos de Inverno em Milão-Cortina 2026 atingiu marcas históricas. O Brasil levou sua maior equipe já para a edição e conquistou a primeira medalha na neve, com Cristian Ribera vencendo o inédito prata no esqui cross-country. O feito vem após o país manter-se no top-10 do quadro de medalhas nos Jogos Paralímpicos de Verão.
Ribera, de 23 anos, treina no asfalto de Jundiaí e já disputou dois Paralímpicos. A prata confirmou seu status de atual campeão mundial na modalidade. Além do pódio na prova sprint, ele ficou entre os dez primeiros em todas as provas disputadas, com quinto lugar em 10km e 20km, e sétimo no revezamento ao lado de Aline Rocha e Wellington Silva.
A participação feminina ganhou ainda mais destaque. Entre oito atletas, a delegação brasileira registrou a maior presença feminina da história, com Vitória Machado sendo a primeira mulher a competir no snowboard paralímpico. Aline Rocha, que já tinha histórico de evolução, manteve o alto desempenho e teve melhor marcos nas provas de sprint, 10km e 20km, todos entre os cinco primeiros.
Aline Rocha também foi acompanhada por Elena Sena, de 22 anos, que competiu no esqui cross-country e biatlo. Aos 21, Vitória Machado representa uma nova geração para o Brasil no evento, abrindo espaço para futuras gerações de atletas femininas na disputa de modalidades até então dominadas por homens.
A estreia brasileira no Snowboard Paralímpico marca um marco significativo para a modalidade no país. A presença de jovens talentos como Elena Sena e Vitória Machado reforça o potencial de continuidade do crescimento brasileiro no cenário das Paralimpíadas de Inverno, após anos de pioneirismo na neve.
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