- A Fórmula 1 confirmou o cancelamento dos Grandes Prêmios do Bahrein e da Arábia Saudita, marcados para abril, devido ao conflito no Oriente Médio.
- A temporada terá um intervalo de cinco semanas após o 3º GP do ano (Japão, 29 de março) e retorna em 3 de maio, em Miami.
- O grid de 2026 deve cair de 24 para 22 corridas, mas ainda não houve confirmação de remarcação dos GPs do Bahrein e da Arábia Saudita.
- O presidente e CEO da Fórmula 1, Stefano Domenicali, disse que a decisão foi difícil, mas correta diante da situação atual na região.
- A F1 mantém retorno ao Oriente Médio no fim do ano com o GP do Qatar (29 de novembro) e o GP de Abu Dhabi (uma semana depois).
A Fórmula 1 confirmou neste sábado (14) o cancelamento dos Grandes Prêmios do Bahrein e da Arábia Saudita, marcados para abril, por motivos ligados ao conflito no Oriente Médio. A decisão afeta a abertura da temporada, que terá um intervalo de cinco semanas após o terceiro GP do ano, em Japão, no dia 29 de março.
O Bahrein e a Arábia Saudita estavam na programação inicial, mas a F1 optou por cancelar as corridas diante da atual escalada de tensões na região, incluindo impactos no espaço aéreo e na segurança. A temporada deverá retornar em 3 de maio, com a disputa em Miami, nos Estados Unidos.
Stefano Domenicali, presidente e CEO da Fórmula 1, afirmou em comunicado que a decisão foi difícil, mas necessária frente à situação no Oriente Médio. A nota ressalta a busca por manter a segurança de equipes, fãs e frotas.
Segundo fontes da ESPN, a Arábia Saudita desejava realizar as corridas normalmente, mas a federação optou por cancelar para evitar riscos. O histórico de 2022 já havia sido marcado por controvérsias após um ataque a um depósito de petróleo próximo à pista.
Ainda não está confirmado se as provas do Bahrein e da Arábia Saudita poderão ser remanejadas para outras datas em 2026. O que é certo é que o calendário sofrerá ajuste, reduzindo o total de corridas de 24 para 22, pelo menos por ora.
A F1 planeja retornar ao Oriente Médio no fim do ano com o GP do Qatar, em 29 de novembro, seguido pelo GP de Abu Dhabi, uma semana depois. A organização não informou novas datas para as corridas removidas da programação.
A decisão busca evitar riscos de segurança durante os eventos, diante do cenário de bombardamentos e fechamento de espaços aéreos que afetam países vizinhos. A liga reiterou o compromisso com a proteção de pessoas e operações durante a temporada.
As equipes e pilotos ainda não tiveram posição formal publicada pela F1 sobre ajustes adicionais no grid ou nos formatos das provas remanescentes. O foco será manter a integridade competitiva e o andamento do campeonato.
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