- Cristian Ribera, 23 anos, conquistou a primeira medalha brasileira na história dos Jogos Paralímpicos de Inverno, ao subir ao pódio com a prata no esqui cross-country sprint clássico, em Tesero, Itália.
- O tempo dele foi 2:29.6, ficando atrás do chinês Liu Zixu, que fez 2:28.9; o cazaque Yerbol Khamithov completou o pódio com 2:29.9.
- Ribera chegou como favorito após vencer as eliminatórias com o melhor tempo (2:08.22) e também liderar as semifinais (2:28.7).
- Aline Rocha não faturou medalha na prova feminina, mas avançou bem nas qualificatórias (terceiro tempo) e semifinal (segunda na sua bateria); na final, ficou em quarto. Ela, contudo, atingiu o maior resultado já registrado pela brasileira em Jogos Paralímpicos de Inverno, superando recorde anterior.
- Este foi o terceiro participation de Cristian Ribera em Paralimpíadas de Inverno; ele estreou em Pyeongchang, 2018, aos 15 anos, e disputou Pequim, 2022, antes de chegar a Milão-Cortina.
Cristian Ribera assegurou a primeira medalha do Brasil na história das Paralimpíadas de Inverno, ao conquistar a prata na prova de esqui cross-country sprint clássico. A competição ocorreu em Tesero, Itália, nesta terça-feira, 10 de março, durante os Jogos Milão-Cortina. Ribera terminou com 2:29.6, atrás do chinês Liu Zixu (2:28.9). O cazaque Yerbol Khamithov completou o pódio com 2:29.9.
O brasileiro chegou como favorito, após vencer as eliminatórias com o melhor tempo, 2:08.22, e repetir o desempenho nas semifinais, com 2:28.7. Na final, manteve boa largada, lutando pela liderança ao longo da prova, mas foi ultrapassado nos metros finais por Zixu Liu, assegurando a segunda posição no pódio.
História de uma conquista histórica
Esta é a terceira participação de Ribera em Paralimpíadas de Inverno. Ele estreou em PyeongChang 2018, aos 15 anos, ao terminar em sexto lugar nos 15km, melhor resultado do Brasil até então. Em Pequim 2022, o brasileiro competiu, mas não subiu ao pódio, enfrentando problemas de saúde.
Apoio à equipe brasileira
Entre as mensagens de apoio, Ribera celebrou o resultado como marco para o esporte paralímpico nacional, destacando a evolução de uma geração dedicada a competir em alto nível. A participação em Milão-Cortina reforça o crescimento do cross-country paralímpico brasileiro.
Desempenho feminino em destaque
Na disputa feminina, Aline Rocha também foi protagonista, chegando como favorita ao pódio. Nas qualificatórias, ficou com o terceiro tempo (2:37.56) e, na semifinal, foi a segunda melhor de sua bateria. Na final, liderou parte da prova, mas foi ultrapassada nos metros finais, terminando em posição de pódio entre as três primeiras.
Aline promoveu o melhor resultado histórico feminino do Brasil nas Paralimpíadas de Inverno. Em Pequim 2022, ela foi sétima nos 15km, especialidade da prova, e repetiu essa marca na biatlo em Milão-Cortina, na distância de 7,5km.
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