- Holger Rune não disputou a chave principal do ATP 500 de Doha, acompanhando o torneio das arquibancadas e permanecendo no país.
- A viagem dele para Los Angeles, marcada para o último domingo, foi cancelada devido aos ataques no Oriente Médio.
- A mãe, Aneke Rune, disse que a noite foi de ataques e sirenes, e que o filho se sente inseguro e agitado por tantas notícias.
- Há relatos de pessoas presas em filas de até quinze horas, tentando chegar a Omã para sair do Oriente Médio.
- O finlandês Harri Heliovaara também ficou preso em Dubai; as instruções da ATP são de ficar no hotel e aguardar, com rotas alternativas de viagem consideradas longas e precárias.
Holger Rune não entrou na chave principal do ATP 500 de Doha, mas acompanhou o torneio das arquibancadas. O dinamarquês tinha viagem marcada para Los Angeles no último domingo, mas não conseguiu embarcar após a escalada de ataques no Oriente Médio.
Aneke Rune, mãe e assessora da carreira do jogador de 22 anos, relatou à imprensa dinamarquesa que as noites foram tensas. Mísseis, explosões e sirenes se repetiam, e a situação ganhou ainda mais ansiedade com a exposição constante de notícias.
Ela afirmou que o filho não conseguiu dormir e se sentia inseguro, com o volume de informações dificultando o descanso. Segundo a mãe, autoridades dinamarquesas não teriam passado informações claras desde o início do conflito.
Situação impacta jogadores em Dubai
Harri Heliovaara, finlandês que disputou o ATP 500 em Dubai, também ficou retido na cidade devido aos ataques. Em redes sociais, ele informou que mísseis e drones iranianos interrompem voos civis e que a situação precisa melhorar.
O local do hotel de competição, próximo ao aeroporto de Dubai, facilita deslocamentos caso surja oportunidade de saída. Reservas de viagem foram canceladas e novas passagens foram organizadas para segunda ou terça-feira.
Heliovaara contou que as instruções da ATP são permanecer no hotel e aguardar. Indícios indicam que sair por terra para Omã ou Arábia Saudita é possível, mas sem rota direta, e a viagem até Riyadh demanda mais de dez horas, com condições rodoviárias ruins após a fronteira.
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