- A Regra dos 107% determina que, no treino classificatório, o tempo do piloto no Q1 não pode exceder 107% do tempo da volta mais rápida para poder largar.
- Exemplo: se o líder fizer 100 segundos, os adversários precisam marcar, no máximo, 107 segundos para se qualificarem.
- O objetivo é evitar que carros muito lentos comprometam a segurança ou atrapalhem os líderes com as bandeiras azuis.
- Nesta temporada, a Aston Martin teve dificuldades para se manter dentro da margem, reacendendo o debate sobre a regra.
- A FIA vai aplicar a Oportunidade Adicional de Desenvolvimento (ADUO) em três janelas da temporada 2026: corridas 1-6, 7-12 e 13-18, para ajustes técnicos adicionais.
A Regra dos 107% volta a ganhar atenção na Fórmula 1 neste início de temporada, em meio a falhas da Aston Martin. O filtro técnico determina quem pode largar um GP, exigindo que o tempo no Q1 não supere 107% da volta mais rápida da sessão.
Na prática, o piloto precisa registrar no Q1 um tempo que não ultrapasse 107% do ritmo do líder. Por exemplo, com o líder marcando 100 segundos, os demais não podem superar 107 segundos para garantir a largada. A regra evita que carros muito lentos comprometam a segurança ou atrapalhem as manobras com retardatários.
Essa temporada traz o retorno do tema após as dificuldades da Aston Martin manter a margem de segurança. A FIA, para equilibrar o grid, aplicará a Oportunidade Adicional de Desenvolvimento (ADUO) em três janelas da temporada 2026: corridas 1-6, 7-12 e 13-18.
ADUO em 2026: como funciona
A medida permitirá que equipes com desempenho abaixo do esperado realizem ajustes técnicos extras ao longo do ano. O objetivo é recuperar competitividade e manter a segurança nas corridas. A implementação ocorre nas três janelas citadas, sem alterar a estrutura básica da regra dos 107%.
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