- Brasil teve a maior delegação de sua história em Milão-Cortina, com 14 atletas mais um reserva, superando o recorde de Sochi-2014.
- O país ficou no top-20 em cinco provas, em quatro modalidades diferentes, avançando em relação a Pequim 2022, quando houve menos resultados assim.
- Destaque individual: Lucas Pinheiro Braathen comemorou a medalha de ouro no slalom gigante masculino, enquanto Nicole Silveira ficou em 11º no skeleton, ambos entre os melhores do Brasil em Olimpíadas de Inverno.
- No 4×4 do bobsled, o Brasil terminou em 19º lugar, melhor posição da história para a equipe na prova.
- Para o futuro, o ciclo aponta renovação: Edson Bindilatti, aos 46 anos, se aposenta após seis Jogos; jovens como Gustavo Ferreira (23) devem assumir liderança, e nomes como Nicole Silveira, Lucas Pinheiro (25), Manex Silva (23), Duda Ribera (21) e Augustinho Teixeira (20) são apostas para 2030 e além.
O Brasil encerrou Milão-Cortina 2026 com a maior delegação já registrada, marcando uma mudança de patamar no inverno. Ao todo, 14 atletas foram convocados, com um reserva, buscando resultados históricos nas provas de neve e gelo. O destaque foi a medalha inédita de Lucas Pinheiro no slalom gigante, que abriu uma nova fase para o esporte no país.
A participação brasileira ocupou o top-20 em cinco provas, distribuídas em quatro modalidades, elevando o desempenho em relação a Pequim 2022, quando houve apenas dois resultados nessa faixa. O país também avançou no bobsled, atingindo a segunda final olímpica no 4-man e terminando em 19º, o melhor resultado já registrado.
Entre as atletas, Nicole Silveira, do skeleton, terminou em 11º lugar em Cortina d’Ampezzo, o melhor resultado olímpico brasileiro na modalidade. No snowboard, Patrick Burgener ficou em 14º no halfpipe e Augustinho Teixeira em 19º, consolidando a presença brasileira na elite mundial do gelo.
Delegação histórica e resultados
Edson Bindilatti, com 46 anos, encerra a carreira após seis participações, mas já atua como mentor para a próxima geração. Gustavo Ferreira, de 23, é apontado como provável líder da equipe em 2030. O objetivo é manter a renovação para o ciclo seguinte.
Nicole Silveira, aos 31, planeja identificar jovens de 15 a 17 anos para desenvolver o skeleton e ampliar a presença brasileira no gelo, com foco também nos Jogos da Juventude de 2028. O grupo de jovens que disputou Milão-Cortina ganha visibilidade para 2030.
Lucas Pinheiro, aos 25, surge como referência do novo ciclo, preparado para evoluir ao longo dos próximos anos. Manex Silva, 23, Duda Ribera, 21, no cross-country, e Augustinho Teixeira, 20, também integram os nomes com potencial de crescimento.
Outros atletas jovens que participaram da Paralímpios? Não se aplica. Entre os nomes observados para o futuro estão Gaia Brunello (biatlo), Lucas Koo (patinação de velocidade), Zion Bethonico (snowboard crossing), Eduardo Strapasson (skeleton) e Priscila Cid (snowboard halfpipe).
Entre na conversa da comunidade