- Mikhail Shaidorov, do Cazaquistão, conquistou o ouro no programa masculino, tornando-se o primeiro campeão olímpico do seu país na disciplina e revelando um momento inusitado ao derrotar o Lin Kuei no palco da competição.
- No Gala de Exibição, Shaidorov apareceu vestido como o personagem de Jack Black em Kung Fu Panda, dançou ao som de Kung Fu Fighting e participou de uma interação cênica com Sub-Zero e Deadpool, incluindo uma emissão de som similar a um peido.
- Em duplas, Luka Berulava, da Geórgia, vestido como Sub-Zero, e Anastasiia Metelkina, vestida como Kitana, apresentaram uma rotina ao tema Mortal Kombat, terminando com a tradicional pose dos lutadores.
- A apresentação levantou questões sobre direitos autorais de música nas Olimpíadas, com alguns patinadores relatando dificuldades para obter licenças para as trilhas utilizadas.
- A cobertura também aponta para controvérsias envolvendo uso de música gerada por IA e licenças em performances, indicando que a tendência “Fortnite-ificação” já chegou ao village olímpico.
Durante a Exibição Gala dos Jogos de Inverno de 2026, em Milão, a competição de patinação artística ganhou um tom inusitado. Sub Zero, Deadpool e Kung Fu Panda marcaram presença no gelo, em apresentação não competitiva.
O momento contou com Mikhail Shaidorov, da Cazaquistão, conquistando o ouro na modalidade masculina. Segundo as imagens divulgadas, foi a primeira vitória olímpica do país na prova e destacou o desafio de cenários com referências de IP.
Shaidorov apareceu no gelo vestido como Jack Black, inspirado pelo personagem do cinema, e realizou uma coreografia ao som de Kung Fu Fighting. A cena incluiu uma interação com Deadpool e Sub Zero, seguida de um gesto cômico de flatulência.
Ainda na mesma noite, Georgia teve outra apresentação temática, com Luka Berulava de Sub-Zero ao lado de Anastasiia Metelkina vestida de Kitana. O dueto executou uma rotina ao tema de Mortal Kombat, finalizando com a pose característica.
Durante a semana de competições, questões de licenciamento musical repercutiram entre as atletas. Alguns patinadores, como Amber Glenn, relataram dificuldades para obter direitos de uso de músicas em suas performances oficiais.
Em diferentes apresentações, houve uso de temas licenciados ou de referências populares, incluindo cenas com minions, e combinações de músicas associadas a filmes e jogos. A organização do evento avaliou os aspectos legais de cada escolha.
Além disso, surgiram reportagens sobre música de competições que utilizam amostras de IA em trechos de composições, levantando debates sobre direitos autorais e origens musicais. A situação gerou discussões entre equipes e imprensa.
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