- O Comitê Paralímpico Internacional enviou seis convites à Rússia e quatro à Bielorrússia para competir com bandeira própria nas Paralimpíadas de Inverno, uso que depende de decisão final.
- A Ucrânia anunciou boicote à cerimônia de abertura, embora a participação de atletas ucranianos continue.
- Na Paralimpíadas em andamento, russos e bielorrussos competem como neutros, sem bandeira ou hino nacional, prática já adotada em edições anteriores.
- A Rússia não exibe símbolo nacional desde 2014, devido a um grande esquema de doping; em 2022, os comitês russos e da Bielorrússia foram suspensos por violar a trégua olímpica durante a guerra na Ucrânia.
- A suspensão pode abrir caminho para participação com status original nos Jogos de Los Angeles, em 2028, com relatos de que o retorno já seria considerado, inclusive pela Paralimpíada de 2026.
Na Paralimpíadas de Inverno, a Rússia competirá com bandeira própria, mas sem o símbolo nacional. A decisão segue as sanções aplicadas por violações ligadas a conflitos internacionais, mantendo atletas sob status neutro em eventos recentes.
O contexto envolve histórico de doping que levou à suspensão do país em Jogos Olímpicos de Inverno de 2014, em Sochi, em meio a um grande esquema sancionado pelo Estado. Em 2022, com a guerra na Ucrânia, comitês nacionais da Rússia e de Belarus foram suspensos por violar a trégua olímpica.
Convites recentes indicam que a União de Comitês Olímpicos enviou seis convites à Rússia e mais quatro a Belarus. A decisão gerou reações diversas: delegações russa e bielorrussa celebraram; a Ucrânia anunciou boicote à cerimônia de abertura, mantendo a participação de atletas.
Na edição em curso, que se encerra no domingo, Russos e Bielorrussos competem sob status neutro, sem bandeira ou hino. A prática já havia ocorrido nos Jogos de Pequim 2022 e Paris 2024, e permanece em Paralimpíadas 2026 conforme o cenário atual.
A possibilidade de retorno dos países aos seus status originais nas Olimpíadas de Los Angeles, em 2028, tem sido discutida sem confirmação formal. Jornais como The Times e a agência TASS mencionam o tema como um possível passo rumo ao retorno, especialmente com a participação prevista em 2026.
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