Em Alta NotíciasFutebolPolíticaBrasilEsportes

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

F1 reforça vigilância sobre novos motores após suposta brecha

FIA propõe verificar a taxa de compressão dos motores a 130°C, a partir de 1º de agosto de 2026, após suspeita de vantagem da Mercedes

Kimi Antonelli lidera testes de sexta-feira da F1 no Bahrein — Foto: Mark Sutton - Formula 1/Formula 1 via Getty Images
0:00
Carregando...
0:00
  • A FIA propôs ampliar a verificação da taxa de compressão para incluir condições operacionais a 130 °C, a partir de 1º de agosto de 2026, com votação entre fabricantes de unidades de potência em até dez dias.
  • A imprensa aponta que a Mercedes teria encontrado forma de aumentar a compressão conforme a temperatura da pista, o que poderia render até 15 cv, cerca de três décimos por volta.
  • Ferrari, Audi e Honda solicitaram esclarecimentos à FIA, que sugeriu que a checagem passe a considerar também o carro aquecido na temperatura de 130 °C.
  • Qualquer alteração depende da aprovação final do Conselho Mundial de Automobilismo; se aprovada, valerá a partir de 1º de agosto de 2026.
  • Em paralelo, discutiu-se a possibilidade de ampliar as corridas sprint para doze etapas em 2026, com China e Miami já confirmadas no calendário; Interlagos ficou fora pela segunda vez.

A Mercedes é alvo de escrutínio por suposta brecha no regulamento dos novos motores da F1. A FIA apresentou nesta semana uma proposta de monitoramento ainda mais rígido da taxa de compressão, buscando evitar vantagem indevida a partir de agosto de 2026. A votação tende a ocorrer nos próximos dias, com o Conselho Mundial de Automobilismo ainda avaliando o tema.

De acordo com o comunicado da FIA, a fiscalização passaria a considerar condições ambientais e uma temperatura operacional de 130 °C para confirmar o cumprimento do limite da taxa de compressão. A mudança depende de aprovação dos fabricantes de unidades de potência e do aval final do órgão regulador global.

A discussão gira em torno da taxa de compressão, que mede quantas vezes a mistura ar-combustível é comprimida no cilindro. O limite atual, reduzido de 18 para 16, seria verificado também com o motor aquecido, segundo a proposta. A confirmação pode ampliar a transparência do regulamento.

Segundo veículos especializados, a Mercedes seria capaz de ampliar a compressão conforme aumenta a temperatura do carro na pista, o que poderia gerar até 15 cv adicionais, equivalente a cerca de três décimos por volta. A equipe nega irregularidades e afirma que seus motores são legais.

A FIA já recebeu pedidos de esclarecimentos de Ferrari, Audi e Honda sobre a nova metodologia. A entidade informou que a verificação incluirá condições ambientais e aquecimento até 130 °C. Caso aprovada, a regra entraria em vigor a partir de 1º de agosto de 2026.

Evolução das corridas sprint

Em reunião da Comissão, a F1 analisou ampliar para 12 o número de etapas com sprint em 2026. A proposta responde a pedidos de fãs e promotores, elevando o total de provocadas corridas de sprint.

O calendário atual reserva China e Miami como primeiros eventos com sprint, seguidos por Canadá, Holanda, Singapura e Inglaterra. Interlagos não deve receber a prova neste ano, conforme discussão recente.

Pelo lado técnico, pilotos destacaram ganhos com carros mais leves e compactos, além de maior presença de força de aceleração. A FIA, a partir das primeiras impressões, manteve o entendimento de não alterar o regulamento neste momento.

A liderança da Mercedes esclarece que não haverá mudanças de regras sem aprovação formal, mantendo o compromisso com uma competição justa. A decisão final sobre as duas frentes — taxa de compressão e sprint — segue sob análise dos reguladores e das equipes.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais