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Alice Padilha derrapa no slalom e encerra participação brasileira

Brasil encerra participação feminina no slalom após queda de Alice Padilha; retorno do Brasil ao grid feminino de Milão-Cortina ocorre após mais de uma década

Alice Padilha em Milão-Cortina (Foto: Gabriel Heusi/COB)
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  • Alice Padilha, 18 anos, derrapou no início do slalom e encerrou a participação feminina do Brasil; foi o retorno do país à prova após mais de uma década.
  • A prova registrou alto índice de quedas e eliminações: 28 de 95 esquiadoras não completaram, restando 64 para a segunda descida.
  • Próximo compromisso brasileiro é o four-man do bobsled, marcado para sábado (21), às 6h (horário de Brasília), com treinamentos oficiais em andamento.
  • Desempenhos históricos incluem Lucas Pinheiro, com ouro no slalom gigante, e Giovanni Ongaro, em 27º no slalom, o melhor resultado brasileiro na modalidade.
  • Outras atuações relevantes: Nicole Silveira ficou em 11ª no skeleton; Edson Bindilatti e Luís Bacca terminaram a terceira descida do bobsled em 56,22 segundos, na 24ª posição; Bruna Moura e Eduarda Ribera terminaram 72ª e 74ª no sprint clássico do cross-country.

Alice Padilha derrapou no slalom feminino e encerrou a participação do Brasil na prova em Milão-Cortina 2026. A atleta, 18 anos, foi a 85ª a descer a montanha na quarta-feira, com a pista bastante castigada pelas passagens anteriores. O resultado tirou a brasileira do desafio de hoje.

No slalom, o conjunto feminino teve alto índice de quedas: 28 das 95 competidoras não concluíram, outras três foram desclassificadas e apenas 64 seguiram para a segunda descida. Logo no início, Padilha perdeu o equilíbrio, saiu da pista e não teve chances de recuperação.

Este desempenho marca o retorno do Brasil ao grid feminino do slalom após mais de uma década, ainda que sem terminar a prova. A participação de Padilha, no entanto, representa um marco para o esporte no país e reforça a presença brasileira entre as brasileiras na neve.

Desempenho brasileiro em Milão-Cortina

Entre os destaques, Lucas Pinheiro conquistou ouro histórico no slalom gigante, tornando o Brasil o primeiro país da América Latina a vencer nessa modalidade. Giovanni Ongaro chegou em 27º no slalom, o melhor registro brasileiro na prova até então.

No esqui cross-country, Bruna Moura terminou 72ª e Eduarda Ribera ficou em 74ª no Sprint Clássico, indicando evolução. Manex Silva obteve o melhor resultado masculino até aqui, em 48º, subindo 22 posições frente aos Jogos de Pequim 2022.

No skeleton, Nicole Silveira alcançou a 11ª posição, o melhor resultado brasileiro entre homens e mulheres nas edições de inverno. No bobsled, Edson Bindilatti e Luís Bacca fecharam na 24ª posição, superando o 27º lugar de PyeongChang 2018. No snowboard, Pat Burgener e Augustinho Teixeira não chegaram às finais.

Próximos compromissos

A programação segue com o four-man (quarteto) do bobsled, marcado para sábado, 21, às 6h (horário de Brasília). A equipe trabalha para manter o impulso recente após as disputas já realizadas. A delegação brasileira permanece atenta às provas restantes da participação em Milão-Cortina.

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