- O ATP 500 de Acapulco anunciou que o restaurante dos jogadores não servirá carne, por preocupação com doping.
- O motivo é que o país utiliza alguns anabolizantes na criação de gado, proibidos pelo Código da Agência Mundial Antidoping (WADA).
- O torneio oferecerá opções de proteína de alta qualidade sem carne para reduzir o risco de contaminação com substâncias antidoping proibidas.
- Um porta-voz da ATP afirmou que a medida é preventiva, visando a segurança dos jogadores e a integridade do torneio.
- No ano passado, a Agência Internacional de Integridade do Tênis (ITIA) afirmou que Nicolas Zanellato não foi considerado culpado por doping devido a carne contaminada em torneio na Colômbia, em 2024; durante o último Acapulco, três cabeças de chave tiveram intoxicação alimentar, sem relatos de doping.
O ATP 500 de Acapulco, que começa na próxima semana, informou que o restaurante dos jogadores não servirá carne devido a preocupações com doping. A medida visa evitar possíveis contaminações com substâncias proibidas pela WADA.
Segundo o comunicado, o torneio vai oferecer opções de proteína de alta qualidade que não incluam carne, com o objetivo de reduzir riscos de dopagem por meio da alimentação.
Um porta-voz da ATP explicou que a decisão é preventiva, buscando a segurança dos jogadores e a preservação da integridade da competição.
O texto destaca que a preocupação não é apenas com incidentes atuais, mas com a possibilidade de contaminação cruzada em alimentos oferecidos em eventos internacionais.
No ano passado, a ITIA concluiu que o brasileiro Nicolas Zanellato não foi considerado culpado por um resultado positivo em um teste de boldenona, apontando carne contaminada em um torneio na Colômbia em 2024 como possível causa.
Durante o último ATP de Acapulco, três cabeças de chave ficaram indispostas por intoxicação alimentar, sem relação com doping, segundo relatos da organização e das equipes envolvidas.
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