- No Rio Open, a equipe de encordoadores trabalha nos bastidores, com cerca de cem raquetes encordoadas em dias de maior movimento.
- A responsável pelo grupo é Priscila Mendes; ela já atuou no Australian Open e lembra que a corda é a parte da raquete que mais entra em contato com a bola.
- A corda influencia o desempenho: maior tensão resulta em mais resistência; menor tensão dá maior profundidade na bola e velocidade.
- Além de Priscila, compõem a equipe Jobson Soares, Marcos Dantas e Pedro Moura, que acompanham os atletas durante o torneio.
- A chave principal do Rio Open começa na segunda-feira, 16 de fevereiro, após o término do qualifying.
Nos dias de maior movimento do Rio Open, a encordoação é responsável por cerca de 100 cordas trabalhadas diariamente. A equipe atua nos bastidores do torneio para ajustar tensões e tipos de corda de cada raquete.
Segundo Priscila Mendes, responsável pela equipe de encordoadores, todos os atletas usam o serviço do torneio independentemente da marca da raquete. A demanda aumenta antes da fase principal, com o volume caindo conforme os jogos vão definindo os eliminados.
A profissional explica que a corda é a parte do equipamento que mais entra em contato com a bola, determinando sensibilidade e desempenho. A velocidade e a potência dependem da elasticidade, enquanto a tensão influencia a resistência e a profundidade dos golpes.
Compondo o time de encordoadores do ATP 500 brasileiro estão Jobson Soares, Marcos Dantas e Pedro Moura, além de Mendes. Em dias de pico, a equipe realiza até 100 encordoamentos diários, monitorando preferências individuais de cada jogador para maximizar o desempenho.
O Rio Open deve ter início da chave principal na segunda-feira, 16, após o fechamento do qualifying. O torneio ocorre no Rio de Janeiro, reunindo uma variedade de tenistas da elite e representantes locais. Entre os atletas em preparação, o brasileiro Igor Marcondes disputa o qualifying.
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