- Em outubro de 2023, Lucas Pinheiro Braathen anunciou aposentadoria aos 23 anos, dizendo estar feliz pela primeira vez.
- Meses depois, ele voltou atrás e passou a representar o Brasil, buscando conquistas sob a CBDN.
- O atrito com a Confederação Norueguesa de Esqui envolveu questões de direitos de imagem e contratos de patrocínio.
- O esquiador Johannes Klaebo também rompeu com a seleção e treinou de forma independente naquela temporada.
- Mesmo com o rompimento, a Confederação Norueguesa liberou a filiação de Lucas à CBDN, abrindo um novo capítulo na carreira.
Em outubro de 2023, Lucas Pinheiro Braathen surpreendeu o mundo ao anunciar aposentadoria aos 23 anos, afirmando não se sentir mais feliz no esqui. Meses depois, ele voltou atrás, mas com uma mudança de país: passaria a representar o Brasil em busca de novas conquistas.
O anúncio veio após um período de conflitos com a Confederação Norueguesa de Esqui, especialmente sobre direitos de imagem e contratos de patrocínio. A relação entre o atleta e a entidade ficou tensa e ele alegou pouca liberdade de negociação dentro das regras.
Poucos meses antes da decisão de aposentadoria, o esquiador Johannes Klaebo já havia rompido com a seleção norueguesa, treinando de forma independente. A saída de Klaebo evidenciou tensões financeiras e de gestão na base do esporte no país.
Apesar do rompimento com a Noruega, a liberação formal para que Lucas Braathen se filiasse à CBDN, Confederação Brasileira de Desportos na Neve, foi concedida. Com isso, o atleta iniciava um novo capítulo na carreira sob a bandeira do Brasil.
A mudança de federação abriu caminho para uma trajetória com foco em resultados inéditos no esqui alpino brasileiro. A CBDN passou a incorporar o histórico de atuação do atleta, que já era destaque internacional pela Noruega.
No novo ciclo, Lucas busca consolidar performances de alto nível e ampliar a visibilidade do esqui no Brasil, país com tradição menor na modalidade. A expectativa é de que o atleta traga experiência e técnica adquiridas em categorias de elite.
A história de Braathen envolve, ainda, questões de governança no esporte de alto rendimento e a importância de liberdade de escolha para atletas que atuam em nações com fortes estruturas institucionais.
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