- Nicole Silveira terminou em 11º lugar no skeleton nas Olimpíadas de Inverno, registrando a melhor marca olímpica da atleta e a segunda melhor posição feminina brasileira na história desses Jogos.
- No histórico feminino brasileiro do gelo, o feito de Nicole fica atrás apenas de Isabel Clark, 9ª colocação no Snowboard Cross em Turim dois mil e seis.
- Lucas Pinheiro Braathen conquistou o ouro no slalom gigante, tornando-se o primeiro brasileiro a vencer uma medalha nas Olimpíadas de Inverno.
- A vitória de Lucas ocorreu em Milão-Cortina, após descer com tempos de 1min13s92 na primeira descida e 1min11s8c na segunda, totalizando 2min25s.
- Giovanni Ongaro, outro brasileiro na disputa do slalom gigante, ficou em 31º lugar.
Nicole Silveira alcançou uma marca histórica para o Brasil nas Olimpíadas de Inverno de Milão-Cortina 2026 ao terminar em 11º no skeleton. A atleta gaúcha apresentou desempenho técnico consistente, garantindo a melhor posição olímpica feminina já alcançada por uma brasileira no gelo.
Com o resultado, Silveira consolidou o segundo melhor desempenho entre mulheres brasileiras em edições de Inverno, ficando atrás apenas de Isabel Clark, que foi 9ª no snowboard cross em Turim-2006. A confirmação veio após as duas baterias de prova, realizadas sob condições de pista desafiadoras.
A 102 anos de espera pela primeira medalha de ouro do Brasil em Inverno, a equipe brasileira viu Lucas Pinheiro Braathen conquistar o inédito título no slalom gigante masculino. A vitória repete o feito histórico de uma nação sul-americana no esporte.
Brasil faz história no slalom gigante
Braathen fechou a prova com o tempo total de 2min 25s 0c, garantindo o ouro. O caminho até o pódio teve início com o melhor tempo na primeira descida, 1min 13s 92c, seguido por 1min 11s 8c na segunda volta.
No pódio, os representantes suíços ficaram com as medalhas de prata e bronze: Marco Odermatt, 2min 25s 58c, e Loïc Meillard, 2min 26s 17c. Giovanni Ongaro, brasileiro de 22 anos, terminou em 31º lugar.
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