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Polêmica nas Olimpíadas envolve prática de injeções de ácido

WADA alerta sobre uso de ácido hialurônico no pênis para ampliar traje e sustentação no salto, avaliando possível ganho de vantagem nos Jogos de Inverno

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Até o momento, o ácido hialurônico não consta na lista de substâncias proibidas da WADA
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  • A WADA emitiu alerta sobre possível uso de ácido hialurônico no pênis para alterar medidas corporais e favorecer o desempenho no salto de esqui durante as Olimpíadas de Inverno.
  • A ideia ganhou amplitude após a publicação do Bild, que sustenta que o procedimento poderia permitir trajes maiores, aumentando a área de sustentação no voo.
  • O preenchimento é feito em consultório, tem baixa morbidade e o material é absorvido pelo organismo com o tempo; pode exigir reaplicação anual.
  • Ainda não há consenso científico sobre o benefício real na performance; autoridades esportivas acompanham o tema e podem abrir investigações se surgirem evidências.
  • Além do esporte, a prática é discutida como tendência estética, com estudos apontando que cerca de um em cada cinco homens tem interesse em modificações genitais.

Em meio aos Jogos de Inverno, a WADA emitiu alerta sobre uma prática incomum que poderia influenciar o desempenho no salto de esqui: a aplicação de ácido hialurônico no pênis. A hipótese é que o aumento de circunferência permitiria usar trajes maiores, elevando a superfície de sustentação no voo.

Segundo a agência, o objetivo seria técnico, não estético, e a discussão ganhou força após reportagem do jornal Bild. A matéria sugeriu que o procedimento poderia induzir ajustes nas medições oficiais da FIS, com impacto direto nas roupas de competição.

O que aconteceu, de fato, ainda não é comprovado. A WADA acompanha o tema como potencial violação ética ou esportiva, caso haja evidências de modificação corporal para obtenção de vantagem. Não há confirmação de uso entre atletas até o momento.

Procedimento e contexto

O preenchimento com ácido hialurônico é feito em consultório e tem baixa morbidade, segundo especialistas. O material é biocompatível e tende a ser absorvido pelo organismo ao longo do tempo, com necessidade de novas aplicações.

O urologista Dr. Ubirajara Barroso Jr. afirma que a técnica evoluiu, migrando de materiais como PMMA para o ácido hialurônico, devido ao menor risco de inflamação, infecção e fibrose. A mudança ocorreu ao longo dos anos.

Perspectivas institucionais

Além do aspecto esportivo, há uma leitura sobre a busca por procedimentos estéticos entre homens. Estudos citados indicam interesse crescente por modificações genitais, com variações na percepção de tamanho e virilidade, segundo o médico.

A comunidade científica ainda não consolidou evidência de que esse tipo de intervenção melhore o desempenho no salto. COI e WADA monitoram o tema para evitar qualquer vantagem indevida, especialmente se resultados puderem ser influenciados por alterações corporais.

Situação atual

Até o momento, o ácido hialurônico não consta na lista de substâncias proibidas pela WADA. A agência ressalta que, se surgirem evidências concretas de uso para manipulação de medidas, serão abertas investigações formais.

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