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Patinação artística nas Olimpíadas: apresentações marcantes

A patinação artística começa em Milão-Cortina; relembre momentos marcantes que moldaram as Olimpíadas de Inverno

O japonês Yuzuru Hanyu foi bicampeão olímpico em 2018
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  • A programação da patinação artística nos Jogos de Milão-Cortina começa nesta sexta-feira (6).
  • Trechos de Torvill e Dean em Sarajevo, 1984, com a apresentação ao Bolero, ficaram marcados pela nota máxima de execução (doze 6,0) e ouro, atraindo cerca de vinte e quatro milhões de britânicos.
  • Nancy Kerrigan sofreu ataque em janeiro de 1994, antes da seletiva dos EUA para Lillehammer; disputou a medalha de prata em Lillehammer, após Tonya Harding vencer a seletiva.
  • Yuzuru Hanyu tornou-se bicampeão olímpico na patinação: ouro em Sochi 2014 aos dezenove anos e ouro em PyeongChang 2018, com 317,85 pontos no total.
  • Isadora Williams representa o Brasil desde Sochi 2014; em PyeongChang 2018 foi a primeira brasileira e sul-americana a chegar a uma final olímpica na modalidade, securing a 17ª posição.

A patinação artística, um dos esportes mais aguardados das Olimpíadas de Inverno, estreia a programação nesta sexta-feira. O texto relembra momentos marcantes na história das Olimpíadas, destacando impactos, recordes e trajetórias de atletas.

Ao longo dos anos, apresentações memoráveis traduziram técnica, ousadia e disciplina. O guia abaixo traz episódios que ficaram gravados na memória do movimento olímpico e do público mundial.

Recorde de perfeição em Sarajevo

Britânicos Jayne Torvill e Christopher Dean brilharam nos Jogos de 1984, com Bolero de Maurice Ravel. A dupla superou o tempo de apresentação, de 17 minutos, encaixando perfeitamente a coreografia nos 4 minutos e 10 segundos permitidos. A nota máxima de execução foi 6.0.

A atuação foi assistida por cerca de 24 milhões de britânicos, número que representava metade da população do Reino Unido na época. A performance ficou marcante pela ousadia de inovar na dança sobre o gelo.

A força de Kerrigan e Harding em Lillehammer

Em 1994, Nancy Kerrigan sofreu ataque pouco antes da seletiva olímpica americana, deixando Tonya Harding como principal adversária. Kerrigan, ferida, não disputou a seletiva, abrindo espaço para Harding vencer.

A Federação Internacional de Patinação manteve a vaga de Nancy, que se recuperou para disputar Lillehammer e conquistar a medalha de prata. A história ganhou repercussão mundial, com intensa cobertura televisiva.

Bicampeonato com superação em Sochi e PyeongChang

Yuzuru Hanyu conquistou ouro nos Jogos de Sochi 2014 aos 19 anos, tornando-se o mais jovem campeão olímpico desde 1948. Em 2018, no PyeongChang, rompeu ligamento do tornozelo pouco antes dos Jogos, fez forte recuperação e faturou o bicampeonato, com 317,85 pontos.

Ao vencer, ele quebrou o tabu de não ter mais de um bicampeão desde Oslo 1952. O caso é lembrado como exemplo de retomada e consistência na patinação.

Brasil no mapa olímpico com Isadora Williams

Isadora Williams nasceu nos EUA, em Marietta, e escolheu representar o Brasil. Em Sochi 2014 tornou-se a primeira brasileira na modalidade em Olimpíadas. Em 2018, PyeongChang a levou à final, com Hallelujah de Leonard Cohen no programa curto, terminando em 17º.

A trajetória marcou a presença sul-americana na patinação artística olímpica e abriu caminho para novas gerações brasileiras.

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