- O Rio Open confirmou o Wheelchair Tennis Elite como destaque, entre 19 e 21 de fevereiro, no Jockey Club Brasileiro, no Rio de Janeiro.
- O elenco tem o líder mundial Tokito Oda, vencedor do Australian Open, mais Martín de la Puente (nº 3), Gustavo Fernández (nº 4) e o brasileiro Daniel Rodrigues.
- As semifinais acontecem no dia 19 de fevereiro; a final de simples está marcada para 20 de fevereiro; no dia 21 haverá uma exibição de duplas.
- O evento enfatiza diversidade, acessibilidade e inclusão, com estrutura adequada em todo o complexo do Jockey Club Brasileiro.
- O grupo reforça o objetivo do Rio Open de promover o tênis em cadeira de rodas e oferecer exposição de alto nível para a modalidade.
Pelo terceiro ano seguido, o Wheelchair Tennis Elite é destaques do Rio Open, o maior torneio de tênis da América do Sul. A edição de 2026 ocorre entre 19 e 21 de fevereiro no Jockey Club Brasileiro. A programação reúne top players da modalidade.
Tokito Oda, 19 anos, estreia no evento como número 1 do mundo, vindo do título do Australian Open. Ao lado dele estão Martín de la Puente, 3º do ranking, Gustavo Fernández, 4º, e o brasileiro Daniel Rodrigues. A presença reforça o nível internacional da competição.
Os confrontos de 19 de fevereiro vão definir as semifinais, com os confrontos ainda a serem sorteados. A final de simples está marcada para 20 de fevereiro, e o dia 21 será dedicado a uma exibição de duplas. O formato privilegia o ritmo das disputas.
Elenco e formato da competição
Além de Oda, De la Puente e Fernández, o Rio Open recebe o terceiro brasileiro na lista, Daniel Rodrigues, atual número 1 do país no tênis em cadeira de rodas. O conjunto internacional valoriza a diversidade do evento.
A organização ressalta que o complexo do Jockey Club Brasileiro é acessível, com estrutura pensada para facilitar a circulação e a acomodação de pessoas com deficiência. A iniciativa reforça o compromisso com inclusão.
Contexto e impacto do evento
Oda é apontado como possível sucessor de Shingo Kunieda, lenda da modalidade. Fernández e De la Puente também compõem uma região de alta performance, com histórico de títulos em Grand Slam e olimpíadas. Rodrigues representa o Brasil na elite da disciplina.
O Rio Open destaca ainda a atuação de atletas que disputaram Grand Slams e Paralimpíadas, fortalecendo o tênis em cadeira de rodas como ferramenta de transformação social. O torneio mantém foco na acessibilidade e na promoção de histórias de superação.
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