- O capitão canadense Frank Dancevic mostra confiança na equipe, mesmo sem Félix Auger-Aliassime e Denis Shapovalov, para enfrentar o Brasil neste fim de semana no Thunderbird Sports Centre.
- Dancevic destaca uma “nova era” com uma geração jovem prestes a protagonizar a Copa Davis.
- O treinador, junto de Vasek Pospisil, troca experiências com os jogadores jovens para fortalecer a química da equipe.
- O Canadá disputa pela terceira vez as eliminatórias de fevereiro em casa; venceu a Coreia do Sul em 2024 e perdeu para a Hungria em 2025, ambas em Montréal.
- O destaque entre os canadenses é Gabriel Diallo, 24 anos e 39º do mundo, acompanhado por Liam Draxl, Alexis Galarneau, Nicolas Arseneault e Cleeve Harper (97 em duplas).
Vancouver (Canadá) – O capitão da seleção canadense, Frank Dancevic, manteve a confiança na sua equipe mesmo com a ausência dos destaques Félix Auger-Aliassime e Denis Shapovalov. A equipe enfrentará o Brasil neste fim de semana no Thunderbird Sports Centre, em uma fase de eliminatórias disputadas em fevereiro.
Dancevic destacou a renovação do grupo, formada por jovens atletas que aparecem como a próxima geração do tênis canadense. O capitão vê nesse elenco o início de uma nova era, com os jogadores buscando protagonismo nos próximos anos e ansiosos para a Copa Davis.
O treinador lembrou a importância da união entre a comissão técnica e os atletas, sinalizando que a dinâmica entre ele, Vasek Pospisil, que participa como membro de apoio, e os jovens vem fortalecendo a coesão do time. A troca de experiências é vista como parte essencial da química da equipe.
Brasil: quadro de simples e duplas
A seleção brasileira chega sem João Fonseca, que atuará no saibro de Buenos Aires na semana seguinte. Em simples, o Brasil trabalha com João Lucas Reis, Gustavo Heide e Matheus Pucinelli, todos candidatos a enfrentar o rival canadense.
Na composição de duplas, entram Orlando Luz e Rafael Matos, formando a parceria gaúcha que representará o Brasil ao lado dos jogadores de simples. O time brasileiro busca manter o ritmo de competição internacional mesmo diante de uma nova geração adversária.
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