- Coco Gauff quebrou uma raquete após a derrota para Elina Svitolina nas quartas de final do Australian Open, gerando cobrança por maior privacidade fora das áreas de competição.
- Novak Djokovic manifestou solidariedade a Gauff, dizendo entender a frustração e a dificuldade de se afastar sem ser registrado por câmeras.
- Djokovic comentou que o circuito tem cada vez mais câmeras e citou a possibilidade de mudanças nesse cenário, sem apoio à redução total das câmeras.
- Iga Swiatek criticou a superexposição, perguntando se os atletas são tratados como animais no zoológico e defendendo mais privacidade.
- Serena Williams solidarizou-se com Gauff e, em tom de brincadeira, disse que pode dar dicas de como perder de forma mais eficiente, caso seja necessário.
Melbourne, Austrália – Durante as quartas de final do Australian Open, a derrota de Coco Gauff para Elina Svitolina ganhou destaque. A tenista americana quebrou uma raquete a caminho do vestiário, gerando debate sobre privacidade no circuito.
A repercussão crítica veio a partir de coletivas de imprensa. Novak Djokovic manifestou solidariedade à jovem de 21 anos, ressaltando a frustração de não conseguir se afastar de câmeras e de vídeos que aparecem nas redes sociais.
O tema ganhou contornos sobre o ambiente com cada vez mais câmeras nos eventos, o que, para alguns, reduz o espaço privado entre partidas, aquecimentos e deslocamentos. Djokovic sugeriu que o caminho seria reduzir registros públicos, o que geraria debate.
Repercussão entre tenistas
Aos 21 anos, Iga Swiatek destacou a necessidade de respeitar a privacidade dos atletas, questionando se são apenas jogadores ou também observados como animais em zoológico. Ela apontou que algumas arenas ainda restringem a presença de fãs em determinadas áreas.
Amanda Anisimova, que também falou sobre o episódio, comentou que muitos jogadores esperam um equilíbrio entre exposição pública e privacidade, especialmente durante o manejo de um revés em competições de alto nível.
Serena Williams, embora sem atuar profissionalmente desde 2022, ofereceu apoio a Gauff e indicou, de forma informal, que pode compartilhar sugestões para lidar com a frustração de forma menos exposta.
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