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Svitolina afirma que a pausa no ano passado foi crucial para seu retorno

Svitolina chega às semifinais do Australian Open aos 31, após pausa em 2024, mira retorno ao top 10 e evolução diante Sabalenka

Elina Svitolina (Foto: Tennis Australia)
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  • Elina Svitolina alcançou as semifinais do Australian Open aos 31 anos, após iniciar a temporada vencendo dez jogos consecutivos, incluindo o título no WTA 250 de Auckland.
  • Foi a melhor atuação de sua carreira em Melbourne, fruto de uma pausa feita em setembro do ano passado para recuperação de lesões e cuidado com a saúde mental.
  • Na terça-feira, ela derrotou Coco Gauff por 6/1 e 6/2 para chegar à semifinal.
  • A campanha rende o retorno ao top 10 do ranking, o melhor desde que tornou-se mãe, com o objetivo de manter evolução constante no circuito.
  • Na semifinal, Svitolina encara a líder Aryna Sabalenka, contra quem tem marca de 5 a 1, mas mostrou confiança em buscar brechas no jogo da adversária.

Melbourne, Austrália — Elina Svitolina alcançou as semifinais do Australian Open pela primeira vez aos 31 anos, iniciando a temporada com uma sequência de 10 vitórias, após conquistar o título em Auckland. A ucraniana credita o momento à pausa tomada em setembro do ano passado, para recuperação de lesões e cuidados com a saúde mental.

A decisão foi feita em conjunto com a equipe e a família. Svitolina afirma que, se tivesse seguido forçando o retorno em 2025, estaria exausta e possivelmente lesionada. Com a recuperação concluída, os resultados passaram a aparecer e o desempenho melhorou.

Antes de Melbourne, a tenista havia chegado às quartas de final três vezes, com derrotas a Mertens, Osaka e Keys. Nesta terça, ela dominou Coco Gauff, vencendo por 6/1 e 6/2, e se firmou como semifinalista.

Retorno ao top 10 e foco na evolução

A campanha em Melbourne coloca Svitolina de volta ao top 10 do ranking, a melhor posição desde a maternidade. Ela disse que o objetivo para este ano é retornar ao top 10 e reconheceu o sonho de sua carreira de reentrar no grupo das melhores.

Para a veterana, que já foi número 3 do mundo em 2017, a meta é seguir evoluindo para acompanhar a nova geração. Ela ressaltou a necessidade de reinventar o jogo diante de adversárias jovens e agressivas e de manter o ritmo de frequentar as vitórias.

Desafios na semifinal com Sabalenka

Na semifinal, Svitolina terá a líder Aryna Sabalenka, em confronto marcado pela história de 5 a 1 a favor da bielorrussa. A favorita do ranking possui jogo poderoso e é uma ameaça constante, exigindo foco máximo para buscar brechas no serviço e no jogo da oponente.

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