- O Departamento de Saúde e Assistência Social (DHSC) propôs cortar todo o financiamento para a educação física nas escolas, de cerca de £60m a partir de 2026/27.
- O DHSC pretendia encerrar a contribuição, mas ministros teriam decidido manter o recurso após pressão interna e coverage da imprensa.
- O Departamento de Educação (DfE) também planeja cortar o seu orçamento para a educação física em £60m, antes de mudanças na próxima revisão curricular.
- As mudanças pretendem garantir pelo menos duas horas semanais de educação física, por meio de parcerias com entidades esportivas que deem eficiência ao gasto, substituindo o “sports premium” por uma rede de parcerias.
- O atrito ocorre em meio a preocupações com sedentarismo infantil e obesidade, com dados sugerindo queda de horas dedicadas à educação física e demanda por maior acesso a esportes nas escolas.
O governo enfrenta uma dissidência entre ministérios após a proposta de cortar recursos para Educação Física nas escolas da Inglaterra. O Departamento de Saúde e Cuidados Sociais (DHSC) cogitou eliminar o financiamento da disciplina, ao passo que o Departamento de Educação (DfE) planeja ajustes adicionais. A discussão ocorre no contexto de planos para ampliar a oferta de atividades físicas nas escolas.
Segundo informações, o DHSC pretendia encerrar uma contribuição de cerca de 60 milhões de libras a partir de 2026/27. A previsão de cortes do DfE também aponta para uma redução de valor semelhante. Mediadores do governo devem atuar para evitar que as mudanças comprometam metas de acesso à prática esportiva.
A proposta dos dois ministérios incluía substituir parte de recursos e reorganizar o funcionamento de programas de atividades físicas. O objetivo é manter pelo menos duas horas semanais de educação física, com parcerias entre escolas e clubes esportivos locais para aumentar eficiência.
Fontes de Whitehall indicaram que as mudanças públicas provocaram resistência interna, pois setores esportivos destacam riscos de sedentarismo infantil e desigualdades regionais. A preocupação envolve a saúde a longo prazo de jovens e custos para o NHS.
Organizações do esporte, como a Sport England, já vinham alertando para queda de horas de PE na educação básica. Dados oficiais apontam redução de horas em escolas secundárias, com maior impacto em crianças de 11 a 14 anos, faixa associada ao crescimento da obesidade.
O mediador Darren Jones, secretário-chefe da primeira-ministra, deve conduzir as tratativas nas próximas semanas. O governo também sinaliza mudanças no currículo para assegurar oferta pública de atividades esportivas aos pais.
Além disso, o governo tem enfatizado a importância de combater a obesidade infantil, associando as novas regras de PE a campanhas de saúde pública. A expectativa é de que as mudanças entrem em vigor no próximo ano letivo, com auditorias de conformidade.
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