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São Silvestre completa 100 anos e se reinventa para manter a tradição

Centésima Corrida Internacional de São Silvestre reúne 55 mil corredores de 39 países; participação feminina aproxima-se da masculina e a transmissão começa às 7h30

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Corrida de São Silvestre (Foto: Paulo Pinto / Agência Brasil)
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  • Nesta centésima edição, a Corrida Internacional de São Silvestre tem 55 mil corredores de 1.942 cidades e 39 países, com 4.600 atletas estrangeiros.
  • A participação feminina chega a 47% e a masculina a 53%, mantendo proximidade entre os gêneros, com expectativa de equilíbrio antes de 2030.
  • As mulheres passaram a competir a partir de 1975; a prova é a mais antiga da América Latina.
  • A transmissão está prevista para começar às 7h30, com largadas da elite feminina às 7h40, elite masculina às 8h05 e a multidão em ondas a partir das 8h10.
  • A edição celebra o século da prova, que reúne atletas nacionais e internacionais e mantém a tradição de marcar o fim de ano em São Paulo.

A 100ª Corrida Internacional de São Silvestre acontece em São Paulo na noite de 2025, reunindo 55 mil corredores de 1.942 cidades e 39 países. Quase metade são estrangeiros, com participação feminina em 47% e masculina em 53%. A prova tem início às 7h30, com transmissão prevista pela TV.

Entre os participantes, 4.600 são de países estrangeiros. A edição centenária destaca a evolução histórica do evento, que começou em 1925, com a participação de atletas do mundo inteiro e uma trajetória marcada por grandes duelos e marcas nacionais.

A organização mantém o formato tradicional: largadas da elite feminina às 7h40, da elite masculina às 8h05 e, a partir das 8h10, as ondas da massa de corredores que percorrem o percurso pelo centro de São Paulo. O objetivo é manter a natureza noturna e popular da prova.

Contexto histórico: as mulheres passaram a competir apenas a partir de 1975, rompendo barreiras de gênero ao longo das décadas. A centésima edição celebra esse passado e reforça a presença internacional no circuito de corridas de rua.

Desdobramentos esperados: a prova registra, neste ano, quase empate de gênero e projeção de que as mulheres se tornarão maioria antes de 2030. Especialistas destacam a preservação da tradição aliada à modernização do evento.

Fonte das informações e cronologia histórica: cobertura especializada sobre a Corrida de São Silvestre, com referências às vitórias de atletas brasileiros e internacionais ao longo de quase um século.

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