- Guilherme Caribé foi eleito, pelo Comitê Olímpico Brasileiro, o Melhor Nadador do Brasil em 2025, consolidando-se como referência da natação nacional.
- No NCAA, finalista em 50 m e 100 m livre e destaque em revezamentos, ajudando a equipe a quebrar recordes da competição.
- No Troféu Brasil, marcou 100 m livre em 47s10, best global da época; 50 m livre em 21s46; e 50 m borboleta em 22s92, abrindo caminho para o Mundial.
- No Mundial de Singapura, ficou em quarto nos 100 m livre com 47s35 e terminou oitavo nos 50 m borboleta, além de semifinalista nos 50 m livre.
- Nos Jogos Pan-Americanos Júnior de Assunção 2025, foi embaixador e conquistou três ouros: 100 m livre (47s54, recorde da competição) e dois revezamentos 4×100 m livre.
Guilherme Caribé consolidou-se como o principal nome da natação brasileira em 2025, encerrando o ano como o Melhor Nadador do Brasil, segundo o COB, no Prêmio Brasil Olímpico. A trajetória do baiano ganhou destaque em uma temporada marcada por recordes e conquistas.
A temporada começou em março, quando foi finalista nos 50m e 100m livre pela Universidade do Tennessee, no NCAA, nos Estados Unidos. Também brilhou em provas de revezamento, ajudando a equipe a quebrar o recorde histórico da competição.
No Troféu Brasil, então conhecido como Maria Lenk, Caribé assinou marcas expressivas em casa: 100m livre em 47s10, 50m livre em 21s46, e 50m borboleta em 22s92, abrindo espaço para a vaga no Mundial.
Campeonato Mundial de Esportes Aquáticos
No Mundial de Singapura, o nadador levou o Brasil à elite da velocidade. Ficou em 4º nos 100m livre com 47s35, a apenas 0,18s da bronze. Nos 50m borboleta, avançou à final e terminou em 8º, com 22s92. Nos 50m livre, ficou 10º na classificação geral, após a semifinal.
Jogos Pan-Americanos Júnior
Caribé atuou como embaixador dos Jogos Pan-Americanos Júnior de Assunção 2025, representando o Time Panam Sports. Conquistou três ouros: nos 100m livre (com recorde de campeonato, 47s54) e nos revezamentos 4x100m livre masculino e misto.
A temporada encerra com Caribé consolidando-se como a maior aposta da natação brasileira para o ciclo olímpico. O atleta mira Los Angeles-2028 e trabalha para transformar centésimos em novas medalhas no próximo ciclo.
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