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Times brasileiros enfrentam gigantes europeus no Mundial de Clubes.

Mundial de clubes reúne oito equipes, mesclando tradição brasileira e investimentos estrangeiros; Cruzeiro busca sétimo título com Douglas Souza, Wallace e Lucão

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Lucão e Bruninho têm sete troféus de Superliga (Foto: Divulgação/ CBV)
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  • O Mundial de Clubes de vôlei masculino reúne as oito melhores equipes de cada continente, com o Sada Cruzeiro como destaque brasileiro, sob comando de Filipe Ferraz e com Duas Souza, Wallace e Lucão, buscando o sétimo troféu da equipe.
  • As equipes participantes são: Aluron CMC Warta Zawiercie (Polônia), Al-Rayyan Sports Club (Catar), Sir Sicoma Monini Perugia (Itália), Swehly Sports Club (Líbia), Osaka Bluteon (Japão), Praia Clube (Brasil) e Cruzeiro (Brasil).
  • O Praia Clube recebe Isac, para enfrentar os maiores do mundo, e Franco chega com o título de maior pontuador das duas últimas edições da Superliga.
  • No elenco internacional, destacam-se Alexey Spiridonov (Al Rayyan), Mateusz Bieniek (Warta Zawiercie), Simone Giannelli (Perugia), Marlon López (Osaka Bluteon) e Abdallah Abdelsalam (Asswehly) — este último, com 42 anos, entre os veteranos do Mundial.
  • O Sada Cruzeiro, dirigido por Filipe Ferraz, entra com força total visando o seu sétimo título, mantendo tradição e experiência frente aos investimentos de equipes estrangeiras.

O Mundial de Clubes de vôlei masculino reúne oito das melhores equipes por continente, mesclando tradição com investimentos. O Sada Cruzeiro brasileiro é destaque, comandado por Filipe Ferraz e com Douglas Souza, Wallace e Lucão no elenco, buscando o sétimo título da equipe.

Entre as equipes, o Praia Clube estreia com o atacante Isac e o oposto Franco, atuais referências nacionais, preparando-se para enfrentar os maiores do mundo. O Al Rayyan do Catar destaca Alexey Spiridonov como ponta de referência.

Outras equipes estrangeiras aparecem na lista com atletas de renome: o Warta Zawiercie da Polônia observa Mateusz Bieniek; o Perugia da Itália tem Simone Giannelli como levantador principal; o Osaka Blutoen do Japão aposta em Marlon López; já Abdallah Abdelsalam, de 42 anos, atua pelo Asswehly da Líbia.

Participantes e destaques

No convênio de partidas, o Cruzeiro figura como tradição do vôlei brasileiro, com histórico de títulos e elenco experiente sob a supervisão de Filipe Ferraz. A busca pelo sétimo troféu é acompanhada de perto pela imprensa especializada.

Na cena internacional, a presença de Alexey Spiridonov pelo Al Rayyan representa o peso do Oriente Médio no torneio, ao lado de grandes nomes de ligas nacionais. Giannelli, Bieniek e López aparecem como referências de primeira linha em seus respectivos clubes.

No panorama asiático e africano, Osaka Bluteon e Asswehly aparecem com jovens talentos e veteranos atuantes, buscando levar o torneio a patamares de visibilidade e competição cada vez maiores para seus países.

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