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Galvão e Everaldo Marques reclamam da posição de narração em Brasil x Haiti

Brasil x Haiti: narradores reclamam da posição de transmissão no Lincoln Financial Field, citando visibilidade limitada e atraso de monitor

Lincoln Financial Field, palco de Brasil x Haiti pela Copa do Mundo, antes de os portões abrirem
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  • Brasil venceu o Haiti por 3 a 0, na segunda rodada do Grupo C da Copa do Mundo de 2026, no Lincoln Financial Field, em Filadélfia.
  • Galvão Bueno (SBT/N Sports) e Everaldo Marques (Globo) reclamaram da posição de narração na cabine do estádio.
  • Galvão disse que mal via o campo e precisava acompanhar o jogo pelo monitor, citando que alguém levantou na minha frente.
  • Everaldo afirmou que havia atraso na imagem do monitor de retorno, o que dificultava narrar sentado; por isso narrava em pé, na última fileira.
  • A queixa de Galvão havia ocorrido também na estreia, contra o Marrocos, no MetLife Stadium.

Galvão Bueno e Everaldo Marques reclamaram da posição destinada aos jornalistas durante a transmissão do jogo entre Brasil e Haiti, válido pela segunda rodada da fase de grupos da Copa do Mundo 2026. O confronto foi realizado no Lincoln Financial Field, na Filadélfia, e a queixa envolveu visibilidade e qualidade da imagem. O relato é de que os dois narradores enfrentaram dificuldades para acompanhar o campo com clareza, mesmo com a cobertura em andamento.

Segundo apuração, a falha mais citada foi a posição de narração, que deixou os comentaristas com visibilidade limitada do campo. A situação gerou desconforto entre as equipes de transmissão, que viram a necessidade de acompanhar o jogo pelo monitor de retorno, com atraso de imagem. O atraso dificultou o acompanhamento em tempo real de lances e jogadas.

No histórico, Galvão Bueno já havia criticado a cabine de narração no primeiro jogo do Brasil, disputado no MetLife Stadium, em Nova Jersey, contra o Marrocos. Desta vez, as críticas foram consideradas mais contundentes pela dupla, que ressaltou a percepção de desvantagem na visão de quem narra.

Questões técnicas e posicionamento

Everaldo Marques afirmou que narrar em pé foi essencial para enxergar o campo, já que permanecer sentado dificultava a leitura das jogadas. O repórter da TV Globo ainda apontou o atraso do monitor, queImpacta a leitura rápida dos lances. A dupla ressaltou que o formato de transmissão na última fileira exigia esforços adicionais para acompanhar o confronto.

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