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Gremista viaja em Fusca por 14 Países para ver a Seleção Brasileira nos EUA

Guilherme Martin percorreu mais de vinte mil quilômetros em Fusca de cinquenta e cinco anos, atravessando quatorze países para acompanhar a Seleção Brasileira nos EUA

Guilherme Martin com o seu Fusca, que saiu de Porto Alegre e foi até os EUA para a Copa do Mundo
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  • Guilherme Martin Nunes, gremista, percorreu mais de 20.000 km em um Fusca de 55 anos para acompanhar a seleção brasileira na Copa, partindo do Rio Grande do Sul há três meses.
  • A viagem passou por 13 países até chegar aos Estados Unidos, com paradas para manutenção do carro.
  • Em Nova York, foi visto no Rockefeller Center/Midtown, dirigindo um Fusca azul com o escudo do Grêmio e fazendo lives para as redes.
  • O veículo foi adaptado para a viagem: cama no interior, geladeira e churrasqueira; teve um Fusca anterior retido na fronteira do Uruguai por supostas réplicas da taça da Libertadores.
  • O roteiro segue para Filadélfia e, depois, Miami, com o Brasil fechando a fase de grupos contra a Escócia; a ideia é percorrer cerca de dois mil quilômetros até Miami.

Guilherme Martin Nunes, gaúcho e criador do projeto “Até de Fusca Nós Iremos”, percorreu a América de carro desde o Rio Grande do Sul há cerca de três meses. Ele já rodou mais de 20 mil quilômetros para acompanhar a Seleção Brasileira na Copa do Mundo, chegando aos Estados Unidos com o Fusca azul, ostentando o escudo do Grêmio.

A viagem passou por 13 países até a chegada aos EUA. Durante o trajeto, o Fusca passou por manutenções necessárias. O veículo tem 55 anos e, segundo Guilherme, enfrentou alguns problemas, resolvidos rapidamente para manter o andamento da jornada.

Guilherme foi visto no Rockefeller Center, em Nova York, gravando conteúdos para as redes e para a CNN Brasil. Ele usa uma camisa temática do Bebeto de 1994 e conduz a reportagem em direção ao seu carro, ao longo da Quinta Avenida, interagindo com seguidores no Instagram.

Antes de seguir a Seleção, o gaúcho revelou que o projeto começou em 2024 para acompanhar o Grêmio de Fusca. A ideia já o levou a viagens pela América do Sul, em busca de jogos do clube nas Copas Libertadores e Sul-Americana.

Percurso, novidades e percalços

Em uma das viagens, o Fusca anterior ficou retido na fronteira do Uruguai, sob acusação de contrabando de réplicas da taça da Libertadores. O custo do conserto de um vidro do carro foi um dos motivos que levou Guilherme a comprar um novo Fusca para continuar a missão.

De Nova Jersey, onde o Brasil abriu a Copa com empate de 1 a 1 contra o Marrocos, o viajante seguiu para a Filadélfia. Na sequência, a meta é Miami, para a fase de grupos contra a Escócia. O trajeto inclui adaptações no veículo para maior conforto.

Para manter o passeio, o Fusca recebeu uma reorganização interna: foi retirado o banco do passageiro para instalar uma cama, com geladeira e churrasqueirinha. A ideia é conseguir alimentação sem depender de paradas frequentes.

Guilherme planeja seguir pela Filadéia até a Flórida e, depois, rumo a Houston, caso o Brasil avance. O gaúcho afirma que já tem apoio do Grêmio e de marcas parceiras para a continuidade da expedição.

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