- O árbitro somali Omar Abdulkadir Artan, eleito o melhor árbitro africano de 2025, teve sua entrada negada nos Estados Unidos para apitar a Copa do Mundo.
- O governo americano informou que a negativa ocorreu por ligações de Artan com suspeitos de pertencer a organizações terroristas.
- Mesmo sem participar do torneio, Artan receberá o cachê integral oferecido pela Fifa.
- Ele retornou para casa visto como herói, apesar da expulsão, e foi lembrado pela União das Federações Europeias de Futebol (Uefa) para apitar a Supercopa da Europa entre Paris Saint-Germain e Aston Villa em agosto.
- A Fifa afirmou que pagará o cachê completo independentemente de sua participação no Mundial.
O árbitro somali Omar Abdulkadir Artan teve a entrada negada nos Estados Unidos para apitar a Copa do Mundo. Mesmo sem atuar no torneio, Artan receberá o cachê integral da Fifa. A decisão ocorreu após o governo americano classificar suas ligações com supostos grupos terroristas como motivo de veto.
Segundo apuração, a Fifa confirmou o pagamento do cachê mesmo com a impossibilidade de participação. A entidade não detalhou valores, mas assegurou a compensação ao árbitro pela função prevista no torneio.
Situação nos EUA e retorno do árbitro
O governo dos Estados Unidos negou a entrada de Artan com base em informações de segurança. O árbitro retornou ao seu país e foi recebido como referência para a arbitragem africana.
No retorno, Artan recebeu reconhecimento local, por ter sido destaque no continente. Ele foi indicado para apitar a Supercopa da Europa entre Paris Saint-Germain e Aston Villa, marcada para agosto pela Uefa.
Repercussão e próximos passos
Acredito que a notícia reforça o debate sobre critérios de elegibilidade para oficiais em competições globais. Artan volta a atuar, recebendo respaldo institucional, com futuros compromissos já anunciados pela Uefa.
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