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John Textor entra com ação nos EUA para reassumir comando do Botafogo

Textor entra com ação na Flórida para ser reconhecido como proprietário de 90% da SAF do Botafogo e busca indenização acima de US$ 400 milhões, alegando venda não concluída

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  • John Textor abriu ação na Justiça da Flórida contra a Eagle, João Paulo Magalhães e Carlos Augusto Montenegro, buscando reconhecimento de 90% das ações da SAF do Botafogo.
  • O empresário pede indenização superior a US$ 400 milhões (cerca de R$ 2 bilhões) pelos supostos danos causados.
  • A defesa de Textor sustenta que a Eagle não concluiu a compra das ações, com contrato de novembro de 2022 que previa pagamento de 24,2 milhões de libras, valor não quitado.
  • Textor afirma que a Eagle reconheceu, em auditorias internas, que o pagamento não foi realizado, e que a SAF Botafogo confirmou, posteriormente, a sua condição de proprietária das ações.
  • Além da Eagle, a ação aponta João Paulo Magalhães e Carlos Augusto Montenegro como atuando para enfraquecer a posição de Textor e influenciar negociações do clube, mencionando reuniões envolvendo Michele Kang e o grupo GDA Luma.

John Textor move a nova frente da disputa societária do Botafogo. O empresário abriu ação na Justiça da Flórida, nos EUA, contra Eagle, João Paulo Magalhães e Carlos Augusto Montenegro. Ele busca o reconhecimento de que segue com 90% das ações da SAF do clube.

A ação foi protocolada nesta sexta-feira (12). Textor solicita indenização superior a 400 milhões de dólares. O alvo é a empresa, o atual presidente do segmento associativo do Glorioso e o ex-mandatário que apoia João Paulo.

Segundo o texto, a Eagle não teria concluído a compra das ações da SAF. O contrato de novembro de 2022 indicaria pagamento de 24,2 milhões de libras, mas o valor não teria sido quitado.

Textor afirma que a Eagle reconheceu, em documentos de auditoria, que o pagamento não foi realizado. Alega ainda que a SAF Botafogo confirmou, posteriormente, a sua condição de proprietário das ações.

Envolvidos e ao que they respondem

A ação também aponta Magalhães e Montenegro como alvos de acusações de atuação coordenada para enfraquecer a posição de Textor no Botafogo. Segundo o empresário, houve influência em negociações do clube e interferência em relações comerciais.

A petição menciona reuniões com Michele Kang e com representantes da GDA Luma, grupo que negocia o controle da SAF do Botafogo. A reportagem não detalha solicitações adicionais feitas na ação.

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