- Há quinze anos, o Vasco venceu a Copa do Brasil pela primeira vez, ao derrotar o Coritiba na final, completando a galeria de troféus nacionais do clube.
- O elenco combinava experiência de Felipe, Fernando Prass e Alecsandro com juventude de Dedé, Bernardo e Rômulo, sob o comando de Ricardo Gomes.
- O caminho até a final passou por vitória por seis a um sobre o Comercial-MS, virada sobre o ABC e triunfo por três a zero fora contra o Náutico, mantendo o time vivo na competição.
- Nas quartas, o Vasco empatou com o Athletico Paranaense em São Januário e avançou com gol fora; nas semifinais, eliminou o Avaí com vitória na Ressacada.
- Na final contra o Coritiba, Alecsandro abriu o placar no jogo de ida; no duelo de volta, Éder Luís cruzou para Alecsandro ampliar, o Coxa reagiu, mas o Vasco manteve a vantagem e levou o título, garantido também na Libertadores no ano seguinte.
Aos 15 anos de distância, o Vasco relembra a conquista inédita da Copa do Brasil. O título chegou diante do Coritiba, fechando a galeria de troféus nacionais do clube. A campanha marcou a reconstrução de uma equipe saindo de um rebaixamento para a Série B.
Sob o comando de Ricardo Gomes, o elenco uniu veteranos como Felipe, Fernando Prass e Alecsandro a jovens talentos como Dedé, Bernardo e Rômulo. Destaque veio com Éder Luís pela velocidade e desequilíbrios, e Diego Souza Presente em momentos decisivos.
O caminho até a final
A caminhada começou na primeira fase com uma goleada de 6 a 1 sobre o Comercial-MS, em Campo Grande, assegurando a vaga em jogo único. Na segunda fase, o Vasco superou o ABC após empate em Natal; Bernardo marcou o gol da virada no tempo final em São Januário, mantendo a taça sonhada.
Na etapa seguinte, o cruz-maltino derrotou o Náutico por 3 a 0 nos Aflitos, abrindo boa vantagem. Em casa, o empate sem gols confirmou a classificação sem sustos e consolidou o time na disputa pelo título.
Quartas, semifinais e a pressão da reta final
Nas quartas, após 2 a 2 na Arena da Baixada, o Vasco empatou 1 a 1 em São Januário com o Athletico Paranaense, quando Elton entrou na segunda etapa e garantiu o empate definitivo pela regra do gol fora.
Nas semifinais contra o Avaí, o time catarinense prometia chute de surpresa. Em São Januário, 1 a 1 abriu a decisão, que ficou mais intensa na Ressacada. William, atacante do Avaí, afirmou que o time optaria por atropelar o Vasco em casa, mas o Cruz-Maltino/controlou a partida.
A final contra o Coritiba
A decisão colocou frente a frente Vasco e Coritiba, líder de uma sequência invicta de 24 jogos do Coxa. No primeiro jogo, Alecsandro abriu o placar no Maracanã, dando vantagem ao time da casa.
No jogo de volta, no Couto Pereira, o Vasco levou a vantagem de 1 a 0 e abriu o placar com Éder Luís, que cruzou para Alecsandro ampliar. O Coritiba reagiu ainda no primeiro tempo com gols de Bill e Davi.
O desfecho da decisão
A virada exigiu muita resiliência vascaína. O time do técnico Marcelo Oliveira tentou pressionar no segundo tempo, mas o Vasco permaneceu à frente. Aos 12 minutos, Éder Luís diminuiu com chute desviado, mantendo a vantagem confortável.
O Coxa ainda diminuiu com William Farias, mas a soma de gols fora de casa garantiu o título ao Vasco por 3 a 2. O apito final confirmou o bicampeão nacional da Copa do Brasil e classificou o clube para a Libertadores do ano seguinte.
Legado do título
A conquista simbolizou a retomada do protagonismo vascaíno no cenário nacional e encerrou uma fase de distanciamento dos troféus de expressão. Quinze anos depois, o Cruzeiro permanece como marco da memória para a torcida, destacando o elenco que ficou conhecido como Trem-Bala da Colina.
Para acompanhar as novidades do Vasco, siga a cobertura do Lance, com informações atualizadas em tempo real.
Entre na conversa da comunidade