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Corinthians: sócios e conselheiros pedem impeachment de Stabile

Grupo de conselheiros e sócios pede novo impeachment de Osmar Stabile por supostas irregularidades administrativas e contratos sem formalização

Osmar Stabile, presidente do Corinthians
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  • Grupo de conselheiros e sócios apresentou novo pedido de impeachment contra Osmar Stabile, presidente do Corinthians, por irregularidades administrativas e possível descumprimento do Estatuto.
  • A denúncia aponta contratação sem contrato formal de Mega Assessoria Operacional Ltda. e suposta irregularidade com a Bear Security Ltda., ligadas à área de segurança e com relação à família de Stabile; notas fiscais são questionadas.
  • Alegam que a contratação não teve aprovação do Cori, haveria declarações contraditórias de Stabile e as empresas não teriam regularização junto à Polícia Federal.
  • Segundo o documento, a Mega recebeu cerca de R$ 676 mil e a Bear Security cerca de R$ 586.987,65 pelo serviço prestado ao clube.
  • Pedido solicita abertura do processo no Conselho Deliberativo, comunicação ao Ministério Público de São Paulo e realização de auditoria independente; já havia outro pedido de impeachment em abril.

Otimista sobre o futuro do elenco, Osmar Stabile enfrenta novo pedido de impeachment no Corinthians. Convoção de conselheiros e sócios de oposição aponta irregularidades administrativas na gestão, com foco na contratação de empresas ligadas à segurança do clube. O caso envolve suposto descumprimento do Estatuto e possíveis infrações legais.

Segundo o documento visto pela reportagem, a Mega Assessoria Operacional Ltda. teria prestado serviços sem contrato formal e sem aprovação do Cori, o Conselho de Orientação. A empresa é ligada a um gerente operacional próximo da gestão atual e é alvo de apuração pelo Ministério Público de São Paulo.

A Bear Security Ltda. também é citada, apontada como prestando serviços à família de Stabile antes da posse e sem regularização junto à Polícia Federal. O grupo alega ainda deslocamentos de notas fiscais com indícios de irregularidades.

Os autores afirmam que a contratação ocorreu sem contrato, sem autorização interna e sem comprovação de regularidade junto aos órgãos competentes. O pedido sustenta que Stabile teria dado declarações contraditórias sobre o vínculo com Fernando José da Silva, apontado como articulador no dia a dia do clube.

O documento detalha valores pagos: cerca de R$ 676 mil à Mega e R$ 586.987,65 à Bear Security, via três e cinco notas fiscais, respectivamente. Alega ainda violação do Estatuto Social pela falta de autorização formal e falhas de governança.

Indícios de gestão temerária, falta de diligência administrativa e possíveis conflitos de interesse aparecem entre as observações do grupo. A solicitação pede abertura do impeachment, comunicação ao Ministério Público e auditoria independente nas contas do clube.

Quem assinou o requerimento inclui conselheiros e associados de diferentes departamentos, com nomes que vão de Marcelo Mandel a Adriano Ribeiro dos Santos. O grupo já havia protocolado, em abril, outro pedido de impeachment contra o mesmo presidente.

No cenário recente, a denúncia chega pouco tempo após parecer da Comissão de Ética, que, no dia 1º, recomendou a abertura do processo. Stabile terá dez dias para apresentar defesa antes de o caso seguir ao Conselho Deliberativo.

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