- A votação para expulsar o ex-presidente Andrés Sánchez do quadro de sócios do Corinthians ocorreu no Parque São Jorge na noite de segunda-feira, 25, com 112 votos a favor, 49 contrários e seis abstenções, totalizando 167 participantes; Sánchez não compareceu e foi representado por três advogados.
- Torcedores celebraram a decisão com churrasco de ambulantes, brindes com latas de cerveja e caixas de som com pagode em frente à entrada principal da sede social.
- Também houve uma instalação de máquina de bolhas de sabão pelos torcedores, considerado um ato simbólico de “limpeza no clube”; houve fogo de artifício ao encerramento da votação.
- Antes da reunião, torcidas organizadas do Corinthians realizaram protesto externo, com faixas e cânticos chamando Sánchez de “ladrão” e cobrando a expulsão dos conselheiros.
- As investigações apontam gastos de 480 mil reais com cartão corporativo do clube entre agosto de 2018 e fevereiro de 2021, durante o terceiro mandato de Sánchez; ele afirma ter utilizado o cartão por engano, alegando confusão com o cartão pessoal, e o Ministério Público o indiciou por crimes tributários, apropriação indébita e lavagem de dinheiro.
O Conselho Deliberativo do Corinthians votou pela expulsão de Andrés Sánchez do quadro de sócios. A decisão ocorreu na noite desta segunda-feira (25) no Parque São Jorge e contou com a presença de representantes do clube e torcedores. Sánchez não compareceu; foi representado por três advogados.
Ao redor da entrada da sede social, torcedores comemoraram com churrasco de ambulantes, brindes com latas de cerveja e caixas de som que tocaram pagode. Em ato simbólico, uma máquina de bolhas de sabão foi instalada para indicar a “limpeza no clube”. Ao fim da votação houve queima de fogos nas imediações.
Protesto antes da decisão
Membros de torcidas organizadas convocaram manifestação externa, com faixas e cânticos desde as 16h, antes do início previsto para as 18h. Os torcedores chamavam Andrés Sánchez de ladrão e cobravam a expulsão dos conselheiros.
A votação para saída de Andrés Sánchez
A votação registrou 112 votos a favor da expulsão, 49 contrários e 6 abstenções, com 167 participantes. Sánchez não compareceu, sendo representado por três advogados.
As acusações envolvem gastos de cerca de R$ 480 mil com o cartão corporativo do clube entre agosto de 2018 e fevereiro de 2021, período do terceiro mandato. A defesa afirma que houve erro de digitação entre cartão corporativo e pessoal, sem regras internas claras para o uso.
Em 2020, Sánchez admitiu gasto de cerca de R$ 9 mil em viagem a Tibau do Sul e informou que reembolsou o clube em R$ 15 mil. A denúncia também resultou no indiciamento pelo Ministério Público por crimes tributários, apropriação indébita e lavagem de dinheiro.
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