- Vasco x Bragantino teve homenagens a Geovani antes da partida, com telão, mosaico 3D e o público cantando o nome do ex-jogador.
- A homenagem se estendeu a itens da partida, como flâmula, bandeirinhas de escanteio e faixa de capitão usada por Thiago Mendes.
- O vestiário do Vasco recebeu a imagem de Geovani, conhecido como “Pequeno Príncipe”, que atuou pelo clube em 408 jogos e marcou 50 gols.
- Geovani é lembrado como um dos maiores meias da história do Vasco, com passagem por 12 anos no clube, entre 1983 e 1995, ao lado de Romário e Roberto Dinamite.
- Natural de Vitória, Espírito Santo, iniciou no Desportiva e conquistou o Carioca de 1982 com o Vasco; também integrou as Seleções brasileira de base, tornando-se referência no clube.
Geovani, ídolo do Vasco, foi lembrado com homenagens durante a partida contra o Bragantino em São Januário. O ex-jogador lutava contra um tumor na coluna vertebral desde 2026 e faleceu recentemente, segundo a divulgação do clube e da imprensa. O ambiente do estádio refletiu o sentimento de despedida antes da bola rolar.
Antes de o jogo começar, o telão do estádio exibiu uma homenagem a Geovani. Um mosaico 3D com a imagem do craque foi erguido na arquibancada social, enquanto os times se alinhavam no gramado. Fogos de tiro marcaram a entrada das equipes e a torcida cantou o tradicional grito em homenagem ao atleta.
As tribunas também atuaram como palco de reconhecimento. A flâmula do jogo, as bandeirinhas de escanteio e a faixa de capitão ficaram com mensagens em memória ao jogador, utilizado por Thiago Mendes no momento. A expectativa da torcida foi marcada pelo tom solene das homenagens.
Geovani ficou conhecido como o Pequeno Príncipe da Colina. Mecânico do toque refinado, ele atuou 12 temporadas pelo Vasco, entre 1983 e 1995, somando 408 partidas e 49 gols. Em muita gente, ele permanece lembrado pela visão de jogo, pelos dribles e pelos lançamentos precisos.
Natural de Vitória, no Espírito Santo, Geovani iniciou a carreira na Desportiva. Aos 18 anos chegou ao Vasco, vindo de destaque no Capixaba, e ajudou a equipe a vencer o Carioca de 1982 sobre o Flamengo. Pela seleção, integrou a geração que conquistou o Mundial júnior de 1983.
Entre os momentos marcantes, ficou a lembrança de atuação ao lado de Romário e Roberto Dinamite e de ter sido peça-chave em quadros de destaque da equipe cruz-maltina. Em 1988 integrou a seleção brasileira que disputou a Olimpíada de Seul, conquistando a prata. Em 1989, foi campeão da Copa América disputada no Brasil.
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