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Pior ataque do Brasileirão e baixa conversão: Corinthians no Z4

Corinthians permanece na zona de rebaixamento após derrota para o Botafogo; ataque cria oportunidades, mas converte mal, com 14 gols em 16 jogos

Fernando Diniz, técnico do Corinthians (Foto: Agência Corinthians)
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  • Corinthians entrou na zona de rebaixamento após a derrota por 3 a 2 para o Botafogo.
  • Em dezesseis jogos, o time marcou apenas 14 gols, ficando entre os piores ataques do Brasileirão.
  • A equipe tem 11,2 finalizações por jogo e precisa de 12,8 para balançar as redes; são 19 grandes chances criadas em 16 rodadas.
  • No conjunto, o Corinthians soma quatro vitórias, seis empates e seis derrotas, com aproveitamento de 37,5%, posse de bola de 53,7% e entrada no terço final em média de 55,6 por jogo.
  • Entre os atacantes, Yuri Alberto converte 17% das oportunidades claras; Matheus Bidu e Rodrigo Garro têm 100% de aproveitamento em grandes chances, mas em volume baixo.

O Corinthians entrou na zona de rebaixamento do Brasileirão após a derrota por 3 a 2 para o Botafogo. Em menos de 90 minutos, o time de Fernando Diniz mostrou fragilidade defensiva aliada a dificuldade ofensiva, sob o impacto da sequência recente.

Ao longo de 16 jogos, o elenco somou apenas 14 gols, um dos menores totais da competição. A posição na tabela fica ainda mais desfavorecida pela distância para os demais clubes na parte de baixo.

Desempenho e risco de queda

O time figurar entre os lanternas ocorre em meio aos números da campanha. Chapecoense e Grêmio já marcaram 16 vezes, enquanto Mirassol tem 17 e Vitória 18, sinalizando uma disparidade ofensiva que complica a recuperação.

O ataque coordenado pelo sistema de jogo apresenta inconsistência na hora de concluir. O Corinthians registra 11,2 finalizações por jogo, e precisa de 12,8 para balançar as redes. Ao todo, são 19 grandes chances criadas em 16 rodadas.

Na soma do desempenho coletivo, o Timão soma quatro vitórias, seis empates e seis derrotas, com aproveitamento de 37,5%. A equipe ainda registra 53,1 toques médios para finalizar e 55,6 entradas no terço final por jogo, indicando domínio da posse, porém baixa eficácia no arremate. A posse de bola fica em 53,7%.

O índice de aproveitamento em grandes chances coloca o Corinthians entre os piores do campeonato. O time tem 26,3% de conversão, posição que o coloca próximo de Mirassol (26,7%) e acima apenas de RB Bragantino (22,9%). Palmeiras (30,4%) e Cruzeiro (31%) exibem melhor desempenho.

Atacantes e eficiência individual

A situação se agrava quando se analisa as oportunidades criadas por jogador. Yuri Alberto converte 17% das chances claras, enquanto Depay, Allan, Gustavo Henrique, Lingard e Vitinho ainda não converteram chutes neste recorte. Por outro lado, Matheus Bidu e Rodrigo Garro aparecem com 100% de aproveitamento, porém com volume de finalizações reduzido.

A diferença entre criação de jogadas e efetividade na conclusão explica o cenário atual: o Corinthians produz jogadas e domina parte do campo, mas falha na definição final. Em torneio equilibrado, essa lacuna tem custo alto e mantém o time na zona de baixo da tabela.

O técnico Fernando Diniz apontou a necessidade de sair da posição atual, destacando que a meta é sair da zona de rebaixamento e não voltar a ocupá-la.

Yuri Alberto encerrou um jejum de nove partidas sem marcar ao marcar na vitória contra o Barra, no último dia 14. O atacante ressaltou o esforço coletivo e pediu avanços na defesa e na finalização para evoluir com o técnico.

Conversão de grandes chances – 2026

  • Matheus Bidu: 100% (1/1)
  • Rodrigo Garro: 100% (1/1)
  • Breno Bidon: 50% (1/2)
  • Raniele: 25% (1/4)
  • Yuri Alberto: 17% (1/6)
  • Memphis Depay: 0% (0/1)
  • Allan: 0% (0/1)
  • Gustavo Henrique: 0% (0/1)
  • Jesse Lingard: 0% (0/1)
  • Vitinho: 0% (0/1)

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