- Jarbas Meneghini, artesão brasileiro de 58 anos, fabrica há décadas réplicas de gesso da taça da Copa do Mundo em sua oficina no Rio de Janeiro, desde 1994.
- Ele já produziu mais de três mil peças, exportando para 17 países das Américas e da Europa, usando moldes e acabamento dourado ou cromado.
- Além de venda para turistas e torcedores locais, as réplicas são feitas próximo ao Maracanã, no Rio de Janeiro.
- A produção aumenta a cada ciclo de Copa do Mundo, alimentando a esperança dos torcedores de ver o Brasil vencer novamente.
- Neste ano, ele já tinha produzido 600 troféus antes do início da Copa, que ocorre entre México, Canadá e Estados Unidos a partir de 11 de junho; isso representa crescimento em relação às edições anteriores.
Jarbas Meneghini, artesão do Rio de Janeiro, fabrica réplicas de gesso da taça da Copa do Mundo desde 1994. Ao longo de quase três décadas, já produziria mais de 3 mil unidades, vendidas para torcedores no Brasil e no exterior.
A ideia nasceu quando o então capitão Dunga ergueu a taça em 1994. Meneghini contou ter buscado a peça sem sucesso e decidiu reproduzi-la com técnicas de metal que aprendeu ao longo da carreira. Hoje, as réplicas são feitas artesanalmente a partir de moldes.
As peças são exportadas para 17 países das Américas e da Europa. Os itens variam entre versões pintadas e acabamentos cromados polidos. A produção fica perto do Maracanã, onde comercializa também para turistas e torcedores locais.
Método de produção
O artesão explica que utiliza o mesmo molde para milhares de troféus. Algumas peças recebem acabamento cromado, outras são pintadas. Peças cromadas destacam-se pela reflexão que proporcionam.
Meneghini produz com números crescentes a cada ciclo de Copa. Antes do torneio deste ano, já eram 600 réplicas prontas, frente às 100 ou 200 de edições anteriores. O empurrão vem da renovação da esperança dos torcedores.
Contexto e expectativa
O Brasil é o maior campeão mundial, com cinco taças, mas não conquista desde 2002. O Mundial de 2026 ocorre no México, Canadá e Estados Unidos, com início em 11 de junho. A cada edição, a demanda por troféus simulados aumenta entre fãs e colecionadores.
O artesão afirma que a relação entre tradição e sonho motiva a produção. Mesmo sem confirmar qualquer relação com o troféu original, as peças ajudam a manter acesa a memória de uma possível conquista.
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